Secretário da Sagrima participa I Seminário Estadual da Cachaça

Na última quinta-feira (26), o secretário da Sagrima, Edjahilson Souza participou da solenidade de abertura do I Seminário Estadual da Cachaça Maranhense de Alambique no município de Pastos Bons.

O evento contou com a presença de produtores, comerciantes, técnicos, fiscais e demais atores do setor.

O secretário da Sagrima, Edjahilson Souza durante solenidade destacou a importância que o Estado tem dado a essa cadeia produtiva, com o objetivo de incentiva-la a crescer e poder se tornar uma das cadeias produtivas atendidas pelo SEPAB.

“O Governo do Estado por meio da Sagrima vem incentivando o desenvolvimento da cadeia produtiva da cachaça, que anualmente tem uma produção de 5 milhões de litros, sendo que metade da produção é oriunda da Região do Sertão, parte dessa produção está localizada no município de Pastos Bons”, ressaltou Edjahilson.

Edjahilson Souza e o presidente do SindBebidas Jorge Fortes conversaram sobre, parcerias e buscas de apoio, no sentido de incentivar a alavancar a produção da cachaça e consequentemente a geração de empregos e renda. O evento também visa unir produtores, empresas e instituições que estejam alinhadas com as ações relacionadas à qualidade, segurança e certificação da cachaça artesanal de alambique.

Participação – Durante o I Seminário Estadual da Cachaça Maranhense de Alambique, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), teve participação durante a palestra “O retrato da produção da cachaça de alambique no sertão maranhense”, com o Superintendente de Politicas Agrícolas, Fernando Trinta.

Destacou o diagnostico financiado pela Sagrima e executado pelo Inagro, mostrando a realidade da produção da cachaça de alambique no sertão maranhense. E as ações futuras que devem ser tomadas pela Sagrima para o desenvolvimento da produção da cachaça na região.

Banco do Nordeste destina R$ 153,7 milhões para plantios de algodão no Maranhão

Nos últimos cinco anos, o Banco do Nordeste financiou R$ 2,32 bilhões para o desenvolvimento da cultura do algodão na região Nordeste, distribuídos em 514 operações de crédito, com uma média de R$ 4,52 milhões por operação. A Bahia, maior produtor nordestino e segundo nacional, é o estado que mais recebeu recursos do BNB, cerca de R$ 2 bilhões, em 425 operações.

Tanto no cerrado quanto no semiárido, a Bahia supera, com grande diferença, a produção dos demais estados nordestinos, fato que justifica o grande direcionamento de recursos. Outros estados se destacam: Maranhão e Piauí receberam, respectivamente, R$ 153,7 milhões (6,6% do total) e R$ 150,6 milhões (6,5%), no período 2013-2017.

Segundo trabalho do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisas do BNB, as boas condições climáticas e o mercado aquecido são favoráveis para o aumento na produção em 2018.

A logística de exportação ainda é uma barreira a ser vencida, já que são longas as distâncias de transporte até o porto de Santos. Em novembro de 2017, contudo, os produtores de algodão da Bahia viabilizaram alternativa de exportação pelo porto de Salvador, a 900 quilômetros dos centros de produção baianos.

Resultado de imagem para algodao

Já foram enviadas, por exemplo, 200 toneladas de pluma à Turquia. Atualmente ocorrem dois embarques por semana, um para o Norte da Europa e outro para o Mar Mediterrâneo, de onde há conexões para diversos países da Ásia, Oriente Médio e Oceania.

De acordo com a pesquisa do Etene, há grande mobilização da cadeia produtiva em torno de agenda estratégica para tornar a cotonicultura ainda mais competitiva, principalmente via redução de custos de produção, redução dos custos de controle de pragas e doenças, ampliação do plantio direto, engenharia genética de sementes (geração e plantas mais produtivas e resistentes a agentes biológicos e estresses ambientais), avanços na tecnologia das máquinas agrícolas, uso de drones e veículos aéreos não tripulados para controle por imagem e aplicação localizada de produtos.

Produção no Maranhão – De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita de algodão no Maranhão deve atingir este ano 92,8 mil toneladas, um aumento de 5,3% na comparação com a safra 2016/17, que foi de 88,1 mil toneladas. Para atingir essa produção, foram plantados 22,3 mil hectares, menos 0,9% do plantio anterior, que foi de 22,5 mil, porém houve um aumento significativo na produtividade, que pulou de 3,915 mil quilos por hectare para 4,161 mil quilos por hectare.

Essa colheita vai resultar numa produção de 37,1 mil toneladas de plumas, 5,4% a mais que a de 2017, que foi de 35,2  mil toneladas. Já a produção de caroço de algodão será de 55,7 mil toneladas, 5,3% a mais que a anterior, que foi de 52,9 mil toneladas.

“Agrodiálogos” reúne centenas de produtores rurais na Região do Mearim

Dezenas de agricultores e familiares dos municípios de Poção de Pedras e Esperantinópolis participaram neste final de semana do projeto denominado: Seminários de Desenvolvimento da Agropecuária  do Maranhão pela Educação  (Agrodiálogos), promovidos pelo Senar em parceria com Sindicatos dos Produtores Rurais, prefeituras municipais, associações, além do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima).

Participaram dos eventos, o secretário municipal de Agricultura de Poção de Pedras, Matias da Silva – que representou o prefeito, Júnior Cascaria e outras lideranças politicas, principalmente do setor rural. Em Esperantinópolis estavam o prefeito Aluísio Carneiro Filho, o presidente da Câmara de Vereadores, Gilcemar Vieira e toda a diretoria do Sindicato dos Produtores Rurais do município.

Poção de Pedras e Esperantinópolis integram uma série de municípios que serão atendidos na programação que será realizada pelo Senar até o final do mês de junho, nas diversas regiões do estado.

O objetivo é favorecer o homem do campo por meio de palestras  sobre inovações tecnológicas, educação rural, empreendedorismo, formação profissional rural, assistência técnica, organização do setor rural e participação politica. Um investimento que renderá aos participantes, informações fundamentais para criar dinâmica no seu negócio.

Em Poção de Pedras a reunião foi precedida pela apresentação   do grupo cultural Cordão de Ouro (capoeira). Logo após a apresentação, foi proferida a palestra pelo consultor do Sebrae, Raoul Bidjeke, que tratou do tema Empreendedorismo, seguido do médico veterinário da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged), Robert Barroso, que  falou sobre Defesa Sanitária Animal.

Entidade

Já em Esperantinópolis, os produtores presentes puderam ouvir, além das palestras proferidas na cidade vizinha, outras ministradas pelo superintendente do Senar, Luiz Figueirêdo, sobre as ações da entidade em favor do homem do campo. Atentos,  os produtores  interagiram com perguntas acerca dos serviços prestados ao setor e se manifestaram a favor de capacitações de acordo com a vocação de cada comunidade.

As apresentações foram reforçadas por interlocuções feitas pelo secretário-adjunto da Sagrima, Emerson Macedo e pelo ex-secretário Márcio Honaiser. Ambos convidados pelo Senar – teceram uma panorâmica sobre o processo de crescimento do setor produtivo após parceria firmada entre o Senar e o Governo do Estado, principalmente sobre a implementação do programa Mais Produção que atendeu 1.550 propriedades rurais, além de benefícios que favoreceram centenas de produtores da região. Honaiser exaltou o produtor maranhense e lembrou o crescimento do PIB maranhense calcado no agronegócio.

o ex-secretário da Sagrima, Márcio Honaiser, contribui, ressaltando sobre as ações efetivadas a favor do produtor rural.

“’Os Agrodiálogos são uma  grande oportunidade de dialogar com pequenos, médios e grandes produtores sobre os avanços do setor agropecuário e as demandas prioritárias para que a produção no Maranhão cresça ainda mais”, disse Márcio Honaiser, após palestrar na sede da Câmara Municipal de Esperantinópolis.

Émerson Macedo, classificou como um sucesso o trabalho desenvolvido pelo programa Agrodiálogos e garantiu ter sido uma ótima oportunidade de se discutir a agricultura e pecuária do estado, principalmente  nesses dois municípios.

Émerson Macedo, da Sagrima, se pronuncia em Poção de Pedras.

“Esse é um momento oportuno para que os órgãos que desenvolvem o setor produtivo no estado, compreendidos pela Sagrima, Senar, Faema e por todos os demais órgãos que fazem parte do setor da agricultura e pecuária, possam, a partir dessas discussões, estabelecer propostas concretas de soluções para os problemas prementes que envolvem as comunidades e os produtores rurais”, disse ele.

O presidente do sistema Faema/Senar encerrou a reunião naquela região destacando a história da entidade e ressaltando que o projeto Agrodiálogos tem a função de levar informações e conscientizar o produtor pela educação e produção.

Raimundo Coelho classificou o projeto como de grande importância para o setor rural. “Muitos produtores rurais prestigiaram as nossas reuniões  e tenho certeza de saíram daqui com muitas informações para o futuro das suas atividades rurais”, frisou Coelho.

Flávio Dino participa da abertura da 16ª Agrobalsas que debate a agricultura aliada às novas tecnologias

Buscar conhecimentos e novas tecnologias para desenvolver a produção agrícola com mais sustentabilidade e consciência ambiental. Este é o foco da 16ª edição da Agrobalsas, cuja abertura aconteceu nesta terça-feira (15), reunindo produtores, profissionais e empresários do agronegócio.
Com o tema ‘A Agricultura Sustentável na Era Digital’ a expectativa é receber cerca de 70 mil visitantes nos dias de evento. Organizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte (Fapcen) com apoio do Governo do Estado, a Agrobalsas prossegue até dia o 19, na Fazenda Sol Nascente, em Balsas.
O governador Flávio Dino marcou presença na abertura e destacou a importância da iniciativa como estímulo aos negócios no setor: “A Agrobalsas é um momento de comemoração, de consagração e de estímulo para que os produtores continuem essa história exitosa de associar a produtividade à tecnologia e esse ano traz esse tema relevantíssimo, que confirma o empreendedorismo dessa região”, pontuou.
O governador também agradeceu o empenho produtivo do setor, que garantiu a produção de riquezas para o estado.
“Trago uma mensagem de gratidão aos produtores do campo e de todos aqueles que ao longo desse ano de 2017, e comecinho de 2018, deram uma enorme contribuição para o fato de, pela primeira vez na história brasileira, o Maranhão ter sido o estado com maior Produto Interno Bruto (PIB), em grande parte por ter sido puxado pelo êxito da safra do ano passado e que vai se repetir esse ano”, completou.
Agrobalsas

O evento é tradição entre os produtores locais, considerada a maior feira de negócios do Maranhão e reconhecido nacionalmente por contribuir para o desenvolvimento do agronegócio.
“Balsas é uma cidade eminentemente agrícola, do agronegócio, e esta é a maior feira do agronegócio no Maranhão. Pessoas de todo o país estão aqui para fazer negócios, trocar experiências e esse momento é fundamental para alavancar o agronegócio do estado”, destacou o prefeito de Balas, Doutor Erik Augusto.
No conjunto de atividades, a Agrobalsas terá palestras sobre agricultura digital, oficinas, exposições e painéis; apresentação de tecnologia em máquinas e implementos; vitrines vivas com as principais espécies cultivadas na região; e atividades de turismo, cultura e esportes radicais. Para o presidente da Fapcen Paulo, Roberto Kreling, a expectativa é de superação.
“Nesta 16ª Agrobalsas pretendemos superar a anterior em 20% de faturamento, no ano passado atingimos R$ 450 milhões em vendas, mas este ano tivemos uma safra muito boa, além disso, teremos muitas tecnologias expostas aqui, no âmbito da agricultura digital, por isso temos a expectativa de superar a Agrobalsas 2017″, disse o presidente.
“2018 é ano para ficar para ficar na história, tivemos um recorde de produtividade e o Agrobalsas nesse ano vem buscar novas oportunidades para 2019 e começa a enxergar o que a tecnologia vem somar, para que consigamos aumentar a produtividade sem precisar desmatar, sem aumentar áreas de cultivo”, comentou o José Antônio Gorgen, proprietário do Grupo Risa.
As palestras relacionam agricultura e tecnologia por meio dos temas ‘Importância de irrigação para pequenos produtores’, ‘Registro de agroindústria familiar de pequeno porte e artesanal’, ‘Produção do Biofertilizante Verdão’ e ‘Tecnologia para cultivo sustentável de mandioca na Agricultura Familiar’, entre outros, que serão discutidos nos dias de evento. Nesta edição, são apresentados resultados de ações de Governo na área, como o Mais Produção e Agropolos.
As secretarias de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e Agricultura Familiar (SAF), entre outras de referência, promovem atividades em espaços preparados para os agricultores, investidores e estudantes. Na programação, mostra de programas e iniciativas aos pequenos, médios e grandes produtores; distribuição de insumos do programa Mais Sementes e gincana ‘Tabuleiro Agrotóxicos’, de incentivo ao descarte adequado das embalagens de agrotóxicos.
A Secretaria de Cultura e Turismo (Sectur) e o Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) também marcam presença na feira de negócios.
Logística

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) montou estande para apresentar o Porto do Itaqui como patrimônio público do Maranhão e do Brasil. O porto público contribui para o crescimento do estado, com atração de investimentos que geram emprego e renda ao longo de uma área de influência distribuída em mais de 20 milhões de hectares servidos por 55 mil quilômetros de rodovias estaduais e federais, além de conexões com importantes ferrovias.
“Estamos acompanhando a comitiva do governador Flávio Dino à Agrobalsas, que promove uma das principais regiões geradoras de carga para o Porto do Itaqui e para nós é de fundamental importância participar desse evento, voltado ao desenvolvimento do estado”, afirma o presidente da EMAP, Ted Lago. Ele afirmou ainda que “a região de Balsas teve um papel importante na retomada de crescimento do Maranhão, que no ano passado ficou bem acima da média nacional. Estar presente é uma maneira de prestigiar todo o segmento do agronegócio, que fortalece o nosso estado e cria oportunidades de emprego e geração de renda para as pessoas”.
Equipe EMAP estará disponível para falar sobre as vantagens competitivas, a eficiência multimodal, infraestrutura, principais cargas operadas, gestão ambiental e projetos de responsabilidade social. O visitante poderá levar para casa uma fotografia instantânea de sua visita ao estande.

Projeto Agrodiálogos do Senar é desenvolvido no interior do Estado

O Seminário de Desenvolvimento da Agropecuária do Maranhão pela Educação será ministrado em todo o Estado

O presidente do sistema Faema/Senar, Raimundo Coelho, acaba de efetivar em vários municípios, o  projeto  Seminário de Desenvolvimento da Agropecuária do Maranhão pela Educação, denominado de  Agrodiálogos. Projeto este, que tem por finalidade atender o produtor rural e sua família, por meio de Encontros,  cujas bases estão fincadas em  informações tecnológicas, educação rural, empreendedorismo, educação sanitária, formação profissional rural, assistência técnica, organização do setor rural e participação política.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) visa com essa iniciativa, atender seu público-meta nas diversas regiões do Estado, por meio de entidades representativas do setor rural, envolvendo: produtores e trabalhadores rurais, professores e escolas familiares rurais, técnicos ligados ao setor rural, criadores do estado do Maranhão, pescadores pertencentes às Colônias e Sindicatos de Pescadores, dentre outros.

Produtores rurais em campo, recebendo o presidente do sistema Faema/Senar.

Coelho se reuniu com mobilizadores e palestrantes, além de representantes de entidades rurais com potencialidade para o desenvolvimento do projeto, nos municípios de  Chapadinha, São Mateus, São Benedito do Rio Preto, Santa Quitéria, Anapurus, Pirapemas, Caxias, Peritoró, Vitorino Freire, Altamira do Maranhão e Brejo de Areia. Com eles,  Coelho discutiu estratégias de execução do projeto ao tempo que articulou a sua realização na sede de cada município.

Projeto

O Agrodiálogos é um projeto do Senar e  tem como meta atender um total de 5.440 participantes nos 51 eventos que serão promovidos, considerando a mobilização de 100 participantes, em média, por seminário, que se propõe envolver os participantes como principais multiplicadores da plataforma onde a educação e a produção despontam  como metas prioritárias.

Para a realização desse projeto, o Senar conta com o apoio de diversas instituições ligadas ao setor agropecuário que auxiliarão na mobilização do Público alvo, cederão profissionais para participar dos eventos, enriquecerão as discussões e contribuirão, de modo geral para o fortalecimento das ações realizadas em prol do desenvolvimento do setor agropecuário maranhense.

“Esses seminários são intercursos de informações e diálogos sobre Agronegócios do Maranhão,  onde falaremos sobre temas cruciais para o setor agropecuário como, por exemplo: Inovação Tecnológica, Educação e Empreendedorismo,  Formação Profissional Rural e Promoção Social, e também, a importância das organizações rurais de modo a buscar acessibilidade às políticas públicas voltadas para o setor rural do Estado”, destacou ele entusiasmado com a iniciativa.

Agro se movimenta no Maranhão para ter representante na Câmara Federal

O Governo do Maranhão reduziu o ICMS do Agro maranhense(produção de grãos) de 12% para 2%. São ações positivas como essas que tiveram influência direta no crescimento do PIB. O crescimento recorde do Produto Interno Bruto de 9,7% teve influência decisiva do agronegócio.

Agro contribuiu para o aumento do PIB maranhense

Setores do Agro Maranhense – pecuaristas, pequenos, médios e grandes agricultores organizados em sindicatos de produtores rurais em todos os municípios maranhense chegaram a conclusão que o momento é excelente para avançar ainda mais nas conquistas.

Bancada maranhense sem representante no Agro

Para isso o setor do trabalha para ter um representante maranhense na Câmara dos Deputados. Apesar do Maranhão ter essa força hoje no cenário agrícola brasileiro, o estado não tem representante na poderosa Frente Parlamentar Agropecuária, em Brasília. Dos 18 parlamentares que compõe a bancada maranhense ninguém é ligado ao setor produtivo.

Deputada Teresa Cristina(DEM) do Mato Grosso do Sul é a atual presidente da FPA

Alguns nomes pode ser lembrados que têm trabalho reconhecido para ocupar essa vaga. Mas isso é assunto para uma próxima postagem…

Monopólio da Vale – Agricultores maranhenses são impedidos de usar Ferrovia Carajás/ Norte Sul para transportar seus produtos

Num Brasil continental  as ferrovias deveriam contribuir para baixar os custos de logística de transporte. Isso iria impactar de forma decisiva no preço final dos produtos. Mas a Vale mantem um monopólio exclusivo  para o transporte de minério de ferro, colocando o preço que bem entende no Sistema da Ferrovia Carajás/Norte Sul. Isso além de não ter pontos de embarque, ao longo da ferrovia, o preço do transporte inviabiliza  tentativa dos produtores de usar o serviço.  Com a ampliação da Ferrovia Norte Sul é de esperar que o Governo Federal  quebre forma definitiva esse monopólio absurdo de uma única empresa utilizar uma ferrovia num país continental.

Porto do Itaqui tem recorde histórico na exportação de grãos

O Porto do Itaqui fechou 2017 com movimentação de 19,1 milhões de toneladas de cargas, o que representa crescimento de 13% em relação a 2016 e de 3% em relação ao previsto para o ano.

O Porto do Itaqui fechou 2017 com movimentação de 19,1 milhões de toneladas de cargas, o que representa crescimento de 13% em relação a 2016 e de 3% em relação ao previsto para o ano. Os granéis sólidos responderam por 12,7 milhões de toneladas durante o ano, com recordes históricos na exportação de milho (194%) e soja (60%) e na importação de fertilizante (18%).

Em granéis líquidos, a importação de etanol, também, bateu recorde histórico, com volume 212% maior do que em 2016. As operações com arroz registraram aumento de 109%, a escória de cimento foi 53% maior e as cargas de combustíveis para o mercado interno cresceram 23% no comparativo com o ano anterior.

A projeção do mercado para 2018 é conservadora e depende da expansão dos terminais, em processo de execução. No entanto, os investimentos que o Governo do Maranhão vem realizando por meio da gestão do Porto do Itaqui serão atrativos para alavancar resultados positivos. No setor de combustíveis, a entrada em operação do Berço 108 ainda neste semestre incrementa em 40% a capacidade de operação desse granel líquido.

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que gerencia o Porto do Itaqui, está desenvolvendo Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental de novos terminais, voltados para a movimentação e armazenagem de combustíveis. “O plano é dobrar a capacidade de armazenagem em três anos”, afirma diretor de Planejamento e Desenvolvimento da Emap, Jailson Luz.

A Emap trabalha focada no mercado, para que o Itaqui volte a ter uma linha regular de contêiner e carga geral. Para isso, o porto conta com novo pátio, entregue no final de 2017, equipado para receber, também, carga refrigerada, o que favorece a operação com carne processada.

O volume de movimentação de fertilizante deve crescer neste ano, acompanhando a tendência de crescimento verificada em 2017, quando obteve 22% de aumento em relação ao previsto para o ano. Investimentos em logística fora da poligonal do Itaqui apontam para esse crescimento. E a movimentação de grãos, que atingiu 7,1 milhões de toneladas em 2017, deve crescer 13% em 2018, fechando o ano com cerca de 8,1 milhões de toneladas.

Governo Flávio Dino assina acordo para desenvolver produção da cachaça no Maranhão

A Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e o Instituto de Agronegócio do Maranhão (Inagro) assinaram acordo de parceria para realização de trabalhos com vistas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da cachaça no Maranhão, com assistência técnica e difusão de tecnologia.

Considerada um dos produtos mais consumidos no estado, a cachaça conta com vários municípios produtores no interior, como Pastos Bons, Sucupira do Norte, São João dos Patos e Mirador. No entanto, essa produção ainda é pouco tecnificada e incentivada.

O trabalho consistirá no mapeamento de propriedades produtoras de cana de açúcar no Sertão Maranhense, após todos os levantamentos, os dados serão reunidos em uma plataforma eletrônica que possibilitará um diagnóstico da situação de cada município e das ações a serem realizadas de acordo com as necessidades apresentadas, partindo deste diagnóstico serão selecionadas as propriedades de maior potencial produtivo, para a realização de assistência técnica e gerencial.

A cachaça e o torresmo: iguaria irresistível

Para o presidente do Iinagro, José Ataíde, “essa parceria com a Sagrima é muito importante, pois teremos o levantamento de todas as propriedades que tem produção de cana de açúcar e possuem alambiques para o desenvolvimento de ações na cadeia da cachaça.” Disse.

Honaiser (C) e José de Jesus Ataíde (D), do Inagro, assinaram acordo para desenvolver produção da cachaça

Inicialmente serão mapeados cerca de dez municípios da região do sertão maranhense, iniciando por Pastos Bons. A previsão é que até o final de fevereiro esse levantamento chegue a marca de 200 propriedades.

Fábio Silva, Diretor executivo do Inagro, ressaltou que “Esperamos que ao final desse processo de diagnóstico, tenhamos o material necessário para fazer a melhor estratégia de intervenção, em que nós poderemos encaminhar a política pública adequada para ter um produto final de qualidade e competitividade, tendo a abrangência necessária que essa demanda dos produtores do médio sertão precisa.”

A Sagrima, em parceria com o Senar, visando o desenvolvimento da produção e da agro industrialização da cachaça no Estado, ofertará as propriedades assistência técnica e acompanhamento gerencial, por meio de palestras e cursos.

O Secretário Márcio Honaiser, destacou que, “A ação do Inagro em parceria com a Sagrima possibilitará o desenvolvimento da cadeia da cachaça na região do sertão maranhense, onde já existe uma grande produção, porém a assistência técnica que levaremos por meio dos cursos, treinamentos e qualificações possibilitaram uma melhor produção, para que que possamos colocar a nossa cachaça de forma comercial, respeitando  todas as adequações necessárias. Em breve o Sertão Maranhense terá uma cachaça legitimamente maranhense e de qualidade.”