“Fomenta Maranhão 2018” – Sebrae encerra evento com saldo de 3.200 participações

Superando as expectativas de público ao Fomenta Maranhão 2018, o Sebrae encerrou o evento na terça-feira, 12, com o sentimento de dever cumprido e saldo de 3.200 participações de público nas palestras e painéis dos dois dias da programação. Promovido com a parceria de 21 instituições e órgãos públicos, além da iniciativa privada, o evento discutiu as compras governamentais e a possibilidade dos pequenos negócios aproveitarem esse nicho de mercado para aumentar seu faturamento.

No segundo dia, palestras e painéis referentes ao tema mais específico das licitações públicas, riscos e benefícios que podem ter os empresários ao contratar com os governos – seja União, Estados ou Municípios, regulamentação tributária, programas de compras e de desenvolvimento de fornecedores existentes no Maranhão, dentre outros, atraíram os participantes para as salas e auditório Terezinha Jansen. A programação também contou com um concorrido Seminário de Acesso ao Crédito que levou instituições financeiras a estarem mais próximas dos empresários e explicar suas linhas de financiamento.

“Participar do Fomenta foi algo impactante e elucidativo para nós que somos pequenos. Saber que podemos concorrer nas licitações e que isso não é um bicho de sete cabeças, é muito bom, nos abre mais uma porta de mercado para a empresa ter lucro. No entanto, vimos que precisamos tomar alguns cuidados, saber analisar e estudar um edital para que não sejamos pegos desprevenidos e possamos honrar os compromissos do contrato, caso contrário podemos sofrer punições. Por isso, todas as informações que recebemos aqui foram extremamente válidas”, destacou a empresária Sílvia Passos que participou do evento na caravana de empresários da Vila Luizão, Sol e Mar e Divinéia, bairros da periferia de São Luís, com alta concentração de atividade comercial.

“Outro ponto favorável na programação foram os painéis que trataram de empreendedorismo e desenvolvimento local, com pessoas altamente gabaritadas, como o colombiano Jorge Melguizo que nos deu uma aula do que pode ser feito quando se tem vontade política e união da comunidade em favor de um objetivo comum, de algo que será bom para toda uma coletividade. O exemplo do que aconteceu lá em Medellín pode muito bem inspirar os governantes brasileiros e mostrar que as coisas podem ser possíveis sim, basta todos quererem”, sentenciou a empresária.

 

Caravanas

Para quem mora no interior do estado, a participação no Fomenta Maranhão 2018 também foi significativa. O Sebrae, por meio de suas onze regionais e quatro Núcleos de Atendimento Empresarial (NAEs), organizou caravanas de mais de 80 municípios que totalizaram 495 pessoas dentre empresários de pequenos negócios, microempreendedores individuais, produtores rurais de pequeno porte, gestores e representantes do poder público municipal e Agentes de Desenvolvimento Local (ADLs).

Foi uma experiência única participar do Fomenta. Levo daqui amizades, compromisso e o prazer de participar de mais um evento do Sebrae que abriu meus horizontes para o que quero do meu futuro como empresária. Para quem perdeu, só temos a lamentar; porém quem participou, foram dois dias de muito aprendizado que iremos levar para o dia a dia dos nossos negócios”, sinalizou a empresária Juciele Andrade, do município de Guimarães.

“Nós gostaríamos de agradecer imensamente a todos aqueles que atenderam o nosso convite e confiaram no projeto Fomenta Maranhão 2018, a participação de todos que integraram a caravana Baixada e Litoral Ocidental foi fundamental para o sucesso do evento. O nosso muito obrigado a todos em nome da unidade regional do Sebrae em Pinheiro” agradeceu Graça Fernandes, gerente regional do Sebrae em Pinheiro.


Avaliação

O diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, destacou a satisfação e o orgulho da instituição pela realização do Fomenta Maranhão 2018. “Encerramos este evento com um grande orgulho de termos contribuído com todos os que estiveram aqui nesses dois dias de difusão do conhecimento, de aprendizado e compartilhamento de informações. Ensinamos e ao mesmo tempo aprendemos e nessa sinergia cumprimos o nosso objetivo com o Fomenta que foi o de mostrar aos pequenos negócios maranhenses que é possível serem contratados da administração pública”, destacou ele.

“O Sebrae agradece aos parceiros que estiveram conosco e que só abrilhantaram o evento, juntamente com o público que nos prestigiou. O sucesso que esperamos do Fomenta Maranhão 2018 é a repercussão, a multiplicação do conhecimento em todos os municípios do nosso estado que estiveram participando do evento, por meio de empresários ou agentes públicos, que tornará possível um Maranhão com ambiente cada vez mais favorável para o desenvolvimento local e propício para que o sonho de ser dono do seu próprio negócio tenha eco, apoio do poder público e sustentabilidade de mercado. E contem sempre com o Sebrae para tornar esse sonho possível e transformador das realidades locais”, finalizou João Martins.

Senado aprova criação da Zona de Processamento de Exportações no Maranhão

A criação de uma Zona de Processamento de Exportações (ZPE) no Maranhão ganhou força nesta quarta-feira (13). A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o PLS 319/2015, que estabelece uma área de livre comércio com o exterior na Ilha de Upaon-Açu, que abriga a capital, São Luís, e cidades da zona metropolitana, como São José de Ribamar. O texto segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Pelo projeto, do Roberto Rocha (PSDB-MA), as empresas que se instalarem na ZPE maranhense, a Zona de Exportação do Maranhão (Zema), terão isenção de impostos e contribuições incidentes sobre a importação ou sobre aquisições no mercado interno de insumos, para que possam produzir mercadorias ou prestar serviços destinados à exportação.

Somente as empresas enquadradas na seção “indústrias de transformação” da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) poderão usufruir dos incentivos fiscais aplicáveis à Zema.

Roberto Rocha observou que a Ilha de Upaon-Açu, também conhecida como Ilha de São Luís, apresenta características geográficas que a habilitam a constituir uma área de livre comércio, especialmente pelas condições logísticas que favorecem a entrada de insumos e o escoamento da produção para o exterior.  Segundo ele, o projeto vai ajudar a a desenvolver o Maranhão e melhorar a vida da população.

Zona Franca

A proposta original propõe a criação de uma Zona Franca, mas o relator, senador Edison Lobão (PMDB-MA), apresentou texto alternativo para transforma-la em uma ZPE, voltada exclusivamente para o mercado externo, aproveitando o potencial do Porto de Itaqui. Assim, evita-se a competição indevida no mercado interno com a Zona Franca de Manaus.

“Com a aprovação da proposição, o Maranhão, de modo geral, terá condições de se desenvolver e de melhorar as condições de vida de sua população. É inimaginável que alguém deixe de defender a concessão de benefício fiscal para instalação de empreendimentos em região que recebe tão poucos investimentos, embora com potencial significativo de se tornar porta de entrada e de saída de produtos industrializados”, defendeu Lobão.

Condições especiais

As empresas que se instalam nessas áreas têm acesso a tratamentos tributários, cambiais e administrativos especiais. Assim, a Zema deverá ter, por exemplo, condições menos burocráticas relativas ao controle aduaneiro e dispensa da exigência de percentual mínimo de receita bruta relacionada à exportação de bens e serviços.

“O arcabouço normativo em questão visa permitir que, na prática, haja interesse de instalação de atividade industrial ou de prestação de serviços em São Luís voltados ao comércio exterior. Esse regramento especial, aplicado à região, criará condições para que a Zema, de modo diferente das ZPEs, tenha mais chance de ser instalada com sucesso”, defendeu Lobão em seu substitutivo.

Durante a reunião, Lobão acatou duas sugestões do senador Eduardo Braga (MDB-AM) e retirou do texto a criação de regime cambial diferenciado na ZPE maranhense e a possibilidade de transferência de plantas industriais instaladas em outras regiões.

Única a votar contra a proposta, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) pediu que o relator também fizesse outras alterações, que não foram aceitas. Ela sugeriu, entre outros pontos, a inclusão da exigência de que 100% da produção da Zema tivesse como destino o exterior. Segundo Lobão, a mudança desfiguraria o projeto. Conforme a Lei 11732 de 2008, que trata do regime tributário, cambial e administrativo das ZPEs, essas empresas devem auferir e manter receita bruta decorrente de exportação para o exterior de, no mínimo, 80% de sua receita bruta total.

Inova Maranhão: Startups são selecionadas para a segunda fase do programa

Flávio Dino – total apoio do governo

14 projetos voltados para a criação de soluções de base tecnológica e que  buscam   contribuir    para    o    desenvolvimento socioeconômico do Maranhão por meio da aplicação da inovação foram selecionados pelo Edital Nº 034/ 2017 para a segunda fase do Programa Inova Maranhão.

Apresentação das 14 startups selecionadas do programa Inova Maranhão. Ótimas perspectivas de soluções. Davi Telles, Nivaldo, Bira, Vanessa e Claudia.

A partir de agora as startups selecionadas passarão por um processo de aceleração e encubação de empresas. Durante dez meses os jovens empreendedores contarão com mentorias direcionadas ao  desenvolvimento de tecnologias e mercados específicos.

Com um acompanhamento em grupo e também individual, as startups vão aprender mais sobre modelo de negócios, marketing e vendas, plano de investimento etc.

Inova Maranhão
O Programa Inova Maranhão atua no fomento a criação de empresas de base tecnológica por intermédio de editais da FAPEMA e processos de pré-aceleração, aceleração e incubação de empresas.
Busca também o desenvolvimento de estudos e implantação de laboratórios com vistas à instalação de Parque Tecnológico do Maranhão.

Imagem da Esperança – Vale reativa usina de pelotas em São Luís após investimentos de 104 milhões de dólares

A Vale retomou nesta sexta-feira (04) as operações da usina de pelotização em São Luís, com um evento que marcou o início do funcionamento dos sistemas de transportadores de correia e prensa da planta. O acionamento dos sistemas foi acompanhado pelo diretor-presidente, Fábio Schvartsman, e o governador Flávio Dino (PCdoB), além de outras autoridades municipais e estaduais.

A Vale decidiu retomar a operação da usina em 2017, quando foram iniciados os estudos de viabilidade da planta. “O mercado apresenta-se numa condição favorável de demanda, abrindo oportunidade para o aumento de produção de pelotas. Por esta razão, a Vale decidiu retomar a operação devido a sua proximidade aos projetos de expansão da Vale na região”, explica o diretor de Pelotização da Vale, Cláudio Alves.

A unidade, que teve suas atividades paralisadas em 2012, tem capacidade anual de produção de 7,5 milhões de toneladas. Com a retomada, serão gerados 370 postos de trabalho, entre próprios e terceiros, em áreas técnicas como mecânica, elétrica, eletroeletrônica, eletrotécnica, metalurgia, química e eletrônica. A usina conta com aproximadamente 59 fornecedores no processo de revitalização, dos quais 40% são formados por empresas maranhenses.

Fábio Schvartsman e Flávio Dino acionam os sistemas de transportadores de correia e prensa da usina de pelotização da Vale em São Luís

Localizada na área Itaqui-Bacanga, próxima ao Boqueirão, a pelotizadora de São Luís é a primeira da empresa construída pela Vale no Maranhão. Foi inaugurada em 26 de março de 2002, um investimento na época de US$ 408 milhões que gerou 2.500 empregos diretos e indiretos em sua construção.

Em 2007, a unidade atingiu seu pico máximo de produção: 7,05 milhões de toneladas. Para a renovação da planta foram investidos US$ 104,5 milhões.

Entre os investimentos realizados para a retomada da usina, e como parte das etapas de controle ambiental, destaca-se a instalação de medidores de gases nas chaminés, que permitirão o monitoramento e controle das emissões de gases gerados durante o processo, com o objetivo de atuar de forma rápida e preventiva. Depois de prontas, as pelotas recebem supressores de pó, uma camada de proteção formada por um composto de glicerina e água para dificultar o desprendimento de pó causado pela força do vento ou durante a movimentação das pelotas.

Resultado de imagem para usina de pelotas da Vale

Produção de pelotas – Pelotas são pequenas bolinhas de minério de ferro usadas na fabricação do aço e consideradas um produto de altíssimo valor agregado por proporcionar maior produtividade nas usinas siderúrgicas. Elas são feitas com uma tecnologia de processamento térmico que utiliza os finos gerados durante a extração do minério. Para se chegar à pelota, o minério de ferro é misturado ao calcário, bentonita e antracito, um tipo de combustível sólido, além de outros insumos.

Para a produção de 1 tonelada de pelotas são necessários 990 kg de minério de ferro. Pontes, carros, aviões, bicicletas, eletrodomésticos e grande parte dos produtos que utilizamos em nosso dia a dia são feitos a partir do aço produzido nas siderúrgicas.

A produção de pelotas em São Luís será feita com o minério de ferro das minas de Carajás, considerado de alto valor de pureza devido a maior concentração de ferro. O embarque do produto será feito pelo Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, líder no ranking de movimentação de carga do país entre os portos privados. No total, a Vale possui 11 usinas de pelotização no Brasil, sendo 10 no Sistema Sul – oito no Espírito Santo e duas em Minas Gerais – e uma em São Luís.

Com investimento de R$ 30 milhões, Alliance Química vai implantar fábrica de cloro-soda no Maranhão

O ambiente favorável aos negócios implantado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), está atraindo diversos empreendimentos para o Maranhão. A empresa Alliance Química por exemplo, pretende implantar uma fábrica de cloro-soda em solo maranhense.

De acordo com o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, o investimento será de R$ 30 milhões. O anuncio foi após uma conversa com o Banco do Nordeste, para o aporte do investimento. O empreendimento será implantado o mais breve possível, após a empresa definir em qual município atuará.

“A chegada de mais um investimento só reforça, mais uma vez, que o trabalho de transparência e dialogo do governo Flávio Dino tem atraído e chamado a atenção de empresas de todo o país, interessadas em vim para nosso estado”, avalia Araújo.

Foto: Divulgação

A Alliance Química faz parte do grupo Alliance Uruguay, e já possui uma unidade implantada no Brasil, no Estado do Ceará. De acordo com a empresa, seriam fabricados cloro e soda cáustica, para atender o mercado maranhense e da região Norte do país.

A escolha do Maranhão não foi à toa. Executivos da empresa afirmaram que o Estado tem localização estratégica, próximo aos principais mercados do país e com água em abundância. A Alliance estima que em meados de 2019, a fábrica já esteja em plena operação no Maranhão.

Sobre a empresa:

A Alliance Química é pioneira ao trazer a primeira planta desenhada para atender diretamente uma estação de tratamento de água, eliminando os riscos associados ao transporte e manuseio do cloro gás. Por ser localizada dentro da ETA Gavião, reduziu significativamente o transporte de cloro gás dentro do estado do Ceará e assegurou a CAGECE um fornecimento seguro 24 horas por dia. Além dos benefícios importantes a segurança e ao meio ambiente, a Alliance Química trouxe também uma economia significativa no custo de fornecimento do cloro para a CAGECE.

Lançada Pedra Fundamental do Porto São Luís

 

Em uma cerimônia com a presença do governador Flávio Dino, entre outras autoridades políticas, e do segmento empresarial, foi lançada hoje (16) a Pedra Fundamental do Porto São Luís, marcando o início das obras. O presidente internacional da China Communications Construction Company (CCCC), sócia majoritária do empreendimento, Chen Zhong, destacou o novo modelo de parceria entre os dois países e afirmou que o Porto São Luís será um dos principais portos de produtos a granel do Brasil.

Além do governador e do presidente da CCCC, foram convidados para compôr a mesa de abertura do evento o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, o vice-governador do Maranhão Carlos Brandão, a cônsul da China no Recife, Li Feiyue, o presidente da CCCC para as Américas, Chang Yunbo, os representantes das empresas brasileiras sócias do Porto, Walter Torre Júnior, da WPR, e Paulo Remy, da Lyon Capital, o presidente do Conselho do grupo Herun, Yu Songbo, e o presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA), Edilson Baldez.

O presidente Chen Zhong citou os pontos relevantes do projeto, entre eles a geração de quatro mil empregos. “Vamos respeitar as leis locais e trabalhar para preservar o meio ambiente com a sociedade. Que os talentos façam parte desse projeto que é ambicioso e pode ser um grande modelo para o país”.

Com capacidade de movimentação inicial de dez milhões de toneladas ao ano, Chen Zhong ressaltou que o escoamento da produção via Porto São Luís beneficiará sete estados brasileiros, por meio da integração com a Ferrovia Carajás.

O sócio da WPR, Walter Torre, falou da motivação para a escolha da cidade para a construção do projeto, que além da potencialidade local está no desenvolvimento do estado.

“Escolhemos São Luís não apenas pelas suas características naturais e geográficas únicas com vocação natural para a atividade portuária, mas também para trazer um novo patamar de desenvolvimento para o Maranhão, pois além de geração de emprego e capacitação da mão de obra local, estão previstas várias obras de infraestrutura na região limítrofe com o projeto, como saneamento, pavimentação, legalização fundiária, construção de escolas, implantação de posto de saúde entre outros”.

O governador Flávio Dino iniciou o discurso destacou o incremento da produção e a geração de empregos.

Temos hoje três portos no Maranhão, dois privados e um público, movimentando 200 milhões de toneladas ao ano. O Porto São Luís não divide, não compete, ele soma. Haverá abertura de milhares de oportunidades de trabalho e negócios”, disse. “Todas as leis brasileiras estão sendo rigorosamente seguidas para segurança jurídica e eficiência. Temos certeza que será um grande sucesso”, completou.

Para formalizar o empreendimento, houve a assinatura do contrato de condições particulares de engenharia entre a empresa Concremat e o CEO do Porto São Luís, Lin Le. Também foi assinada a carta mandato para financiamento com a indústria comercial da China (ICBC), entre o vice-presidente da ICBC Brasil, Zhou Yun Peng, e os diretores do Porto São Luís, Paulo Remy e Walter Torre.

O embaixador Li Jinzhang disse que este é um “momento histórico entre China e Brasil”, citando a importância de um porto para o desenvolvimento econômico do Estado. “É um condutor para o crescimento regional e atrairá mais empresas para se instalarem aqui”. O presidente da Fiema, Edilson Baldez, seguiu o mesmo raciocínio do desenvolvimento econômico. “É um projeto muito importante para o Maranhão e para o Brasil”, frisou.

SOBRE O PORTO

O Porto São Luís é um terminal de uso privado, cuja primeira fase da obra está orçada em R$ 800 milhões e deve ser concluída dentro de quatro anos – com a geração estimada de quatro mil empregos diretos.

A capacidade de movimentação do novo terminal é de cerca de dez milhões de toneladas por ano – sendo sete milhões de soja e milho, 1,5 milhão de fertilizantes, 1,5 milhão de carga geral e 1,8 milhão metros cúbicos de derivados de petróleo.

A obra compreende uma área de 200 hectares onde serão construídos seis berços, sendo quatro na primeira fase de construção e dois na segunda, mais ponte de acesso, acesso rodoferroviário e pera ferroviária.

SOBRE OS INVESTIDORES

CCCC- A China Communications Construction Company (CCCC) é a maior empresa de insfraestrutura da China e a quinta maior do mundo. Entre as obras com a assinatura da empresa estão a maior ponte do mundo, que liga Macau e Zhuai, com 55 quilômetros de extensão. A CCCC está listada na Bolsa de Hong Kong.

WPR – Empresa paulista de infraestrutura do empresário Walter Torre Júnior.

 

LYON CAPITAL – A Lyon Capital, empresa paulista de private equity independente, que prospecta oportunidades de negócios, especialmente na área de infraestrutura em toda a América Latina, tendo Paulo Remy Gillet Neto, Nilton Bertuchi e Roberto Ferrari, como principais acionistas.

“Porto São Luís” – Lançamento da pedra fundamental para construção do I Complexo Portuário Privado do Maranhão

São Luís, Março de 2018 – Desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos, o novo terminal de uso privado em São Luís do Maranhão, finalmente deixa de ser um projeto para se tornar realidade com o lançamento da pedra fundamental nesta sexta-feira, 16. A primeira fase da obra está orçada em R$ 800 milhões e deve ser concluída dentro de quatro anos – com a geração estimada de quatro mil empregos diretos.

A capacidade de movimentação do novo terminal é de cerca de dez milhões de toneladas por ano – sendo sete milhões de soja e milho, 1,5 milhão de fertilizantes, 1,5 milhão de carga geral e 1, 8 mil metros cúbicos de derivados de petróleo. Batizado como Porto São Luís, a obra compreende uma área de 200 hectares onde serão construídos seis berços, sendo quatro na primeira fase de construção e dois na segunda, mais ponte de acesso, acesso rodoferroviário e pera ferroviária.

 

Uma comitiva de 65 altos executivos chineses estará em São Luís especialmente para a solenidade de lançamento da Pedra Fundamental do Porto São Luís – entre eles, Sun Ziyu, membro do conselho e vice-presidente executivo da China Communications Construction Company (CCCC), maior empresa de infraestrutura da China e uma das cinco maiores do mundo. Em setembro de 2017, a CCCC comprou 51% de participação no Porto São Luís.

Sobre os investidores

CCCC- A China Communications Construction Company (CCCC) é a maior empresa de insfraestrutura da China e a quinta maior do mundo. Entre as obras com a assinatura da empresa estão a maior ponte do mundo, que liga Macau e Zhuai, com 55 quilômetros de extensão. A CCCC está listada na Bolsa de Hong Kong

WPR- Empresa de infraestrutura do empresário Walter Torre Júnior

 

LYON CAPITAL – A Lyon Capital, empresa de private equity independente que prospecta oportunidades de negócios, especialmente na área de infraestrutura em toda a América Latina, tendo Paulo Remy Gillet Neto, Nilton Bertuchi e Roberto Ferrari, como principais acionistas.

Fórum Maranhense da Mulher Empreendedora será realizado em São Luís

O Instituto Cidade Solidária (ICS) e o Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial do Maranhão (ACM-MA), vão realizar no dia 07 de março o “Fórum Maranhense da Mulher Empreendedora”, que vai acontecer durante a Plenária da instituição, a partir das 19h. O fórum faz parte das atividades de comemorações ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 08 de março. Ele foi idealizado com o objetivo de fortalecer o empreendedorismo feminino no Maranhão, além de reconhecer, divulgar, incentivar e proporcionar oportunidades para as mulheres que empreendem ou desejam empreender.

 

O evento vai receber duas palestras apresentadas por personalidades importantes do empreendedorismo feminino estadual e nacional: Neurilene Cruz, empresária, indígena da etnia Kambeba, mora na Comunidade Três Unidos, localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Negro, vai falar sobre “Empreendedorismo Feminino na Floresta Amazônica e a experiência do Restaurante Sumimi”. O restaurante é localizado na área de proteção ambiental do Rio Negro e é apoiado pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS).

A empresária Kamila Paixão, coordenadora geral do Movimento Empreender Mulher (MEM-MA), vai apresentar um case do “Villa Reale Buffet- Uma Trajetória Empreendedora”.

 

A Associação Comercial do Maranhão fica localizada na Praça Benedito Leite, 264- Centro. O fórum é aberto ao público e tem patrocínio do Banco do Nordeste e LATAM Airlines Brasil, parceira da Fundação Amazonas Sustentável. A TV Cidade (Record) é apoiadora do evento.

CD do Grupo Mateus vai gerar 2 mil empregos diretos no Parque Empresarial da Capital

Com o apoio do Governo do Estado, o Grupo Mateus inaugurou nesta sexta-feira (26) a primeira das quatro etapas do seu Centro de Distribuição, em São Luís, que vai gerar mais de 2 mil empregos diretos. O empreendimento é o primeiro do Parque Empresarial da capital, às margens da BR-135, um complexo que vem sendo preparado pela administração estadual para abrigar dezenas de negócios. O Governo do Maranhão concede incentivos para atrair as empresas e gerar o máximo possível de empregos.

Ilson Mateus e Flávio Dino no novo Centro de Distribuição do Grupo Mateus. (Foto: Karlos Geromy)

Cerca de 220 colaboradores diretos já atuam no Centro de Distribuição, onde também se concentram 75 prestadores de serviço e mais de 200 operários contratados para a construção. Ou seja, essa fase inicial gerou cerca de 500 empregos diretos.

“Aqui temos o resultado de uma política de desenvolvimento bem ativa de nosso governo, apoiando o setor privado para viabilizar a geração de empregos. Temos uma lei [que concede benefícios] que vale para todo o segmento. Todos os que quiserem empreender nesse setor têm uma política tributária clara, transparente e publicada em lei, garantindo isonomia”, disse o governador Flávio Dino, que participou da inauguração.

Próximo aos principais terminais de carga e localizado no km 12 da rodovia BR-135, o centro tem por enquanto 20 mil metros quadrados de área construída. Até o fim do ano, serão mais 20 mil metros quadrados. No total, estão sendo investidos R$ 220 milhões. A logística do Grupo Mateus ficará concentrada nesse centro.

Quando concluídas as quatro etapas, o Centro de Distribuição será o maior do Nordeste, tanto em tamanho, quanto em capacidade de armazenagem.

“Isso aqui marca a história da empresa. Daqui para frente, são mais três etapas onde a gente quer ter qualidade e padrão para chegar a todos os municípios do Maranhão com toda a parte refrigerada e linha seca em no máximo 36 horas”, afirmou Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus.

Com o apoio do Governo do Estado, Grupo Mateus inaugura Centro de Distribuição, em São Luís. (Foto: Karlos Geromy)

Estímulo para os produtores

Para Flávio Dino, “esta primeira fase já está mostrando a virtude dessa parceria do setor público e do privado, com cada um fazendo sua parte. A junção dessas duas vertentes é o que garante um Maranhão melhor para todos nós”.

Ele também lembrou que “para os produtores do Maranhão, é um grande estímulo porque o Mateus se consolida como um grande comprador”, referindo-se aos benefícios como um todo para a economia do Estado.

Parque Empresarial

O Governo do Maranhão está investindo R$ 8 milhões na estruturação da área de 220 hectares do Parque Empresarial de São Luís.

“A gente já vê a realidade dessa expansão industrial nesta região. É importante para a cadeia produtiva de distribuição”, disse o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, sobre a inauguração desta sexta-feira.

Com o apoio do Governo do Estado, Grupo Mateus inaugura a primeira das quatro etapas do seu Centro de Distribuição, em São Luís. (Foto: Karlos Geromy)

Banco do Nordeste aplica R$ 26,4 bilhões na economia da região

Em 2017, foram contratadas mais de 4,8 milhões de operações na Região

Fortaleza, 5 de janeiro de 2018 – O Banco do Nordeste aplicou R$ 26,4 bilhões na economia dos Estados nordestinos e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo em 2017. Durante o ano, foram contratadas mais de 4,8 milhões de operações. Somente com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), operado exclusivamente pela instituição, o BNB aportou cerca de R$ 16 bilhões, distribuídos em mais de 582 mil contratos.

O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, comemora os números e prevê 2018 com resultados ainda melhores, especialmente nas aplicações de recursos do FNE. “Toda a equipe do Banco está empenhada na aplicação de 100% dos recursos do Fundo Constitucional, de forma ágil e desburocratizada. Nosso objetivo é contribuir diretamente para o desenvolvimento da Região, principalmente na geração de emprego e renda para o povo nordestino”, afirma.

Mais de R$ 3,6 bilhões foram investidos em financiamentos a obras de infraestrutura, especialmente em parques de energias renováveis, como eólica e solar. No setor de Comércio foram aplicados mais de R$ 3,5 bilhões e R$ 1,9 bilhão financiado para empresas da área de Serviços. As indústrias da Região responderam por R$ 2,8 bilhões em operações.

O Agronegócio recebeu aporte superior a R$ 3,5 bilhões, em 7,4 mil operações. Já para a Agricultura Familiar, os recursos investidos beneficiaram mais de 540 mil famílias com R$ 2,8 bilhões.

As contratações para incentivo às exportações e importações nordestinas somaram R$ 1,0 bilhão, especialmente com operações de câmbio relacionadas a Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) e Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE).

Microcrédito

Em 2017, o programa de microcrédito urbano do Banco do Nordeste, o Crediamigo, aplicou mais de R$ 8 bilhões. Foram contratadas mais de 4 milhões de operações. O programa, que se consolida como o maior do segmento na América do Sul, também superou a marca de 2 milhões de clientes ativos. O Agroamigo, voltado para microfinanças rurais, atendeu mais de 518 mil produtores, num montante superior a R$ 2,3 bilhões.

MPE

As micro e pequenas empresas foram beneficiadas com R$ 2,7 bilhões, em mais de 49 mil operações, tanto de investimentos quanto capital de giro simples e insumos.

Regularização de dívidas

A Lei 13.340/2016 permitiu descontos de até 95% para dívidas rurais em atraso. Os produtores da Região nessa situação recorreram à rede de agências do BNB e o resultado é a regularização de 217 mil operações. Foram renegociados e/ou liquidados valores superiores a R$ 7 bilhões, beneficiando quase um milhão de agricultores do Nordeste e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.