CD do Grupo Mateus vai gerar 2 mil empregos diretos no Parque Empresarial da Capital

Com o apoio do Governo do Estado, o Grupo Mateus inaugurou nesta sexta-feira (26) a primeira das quatro etapas do seu Centro de Distribuição, em São Luís, que vai gerar mais de 2 mil empregos diretos. O empreendimento é o primeiro do Parque Empresarial da capital, às margens da BR-135, um complexo que vem sendo preparado pela administração estadual para abrigar dezenas de negócios. O Governo do Maranhão concede incentivos para atrair as empresas e gerar o máximo possível de empregos.

Ilson Mateus e Flávio Dino no novo Centro de Distribuição do Grupo Mateus. (Foto: Karlos Geromy)

Cerca de 220 colaboradores diretos já atuam no Centro de Distribuição, onde também se concentram 75 prestadores de serviço e mais de 200 operários contratados para a construção. Ou seja, essa fase inicial gerou cerca de 500 empregos diretos.

“Aqui temos o resultado de uma política de desenvolvimento bem ativa de nosso governo, apoiando o setor privado para viabilizar a geração de empregos. Temos uma lei [que concede benefícios] que vale para todo o segmento. Todos os que quiserem empreender nesse setor têm uma política tributária clara, transparente e publicada em lei, garantindo isonomia”, disse o governador Flávio Dino, que participou da inauguração.

Próximo aos principais terminais de carga e localizado no km 12 da rodovia BR-135, o centro tem por enquanto 20 mil metros quadrados de área construída. Até o fim do ano, serão mais 20 mil metros quadrados. No total, estão sendo investidos R$ 220 milhões. A logística do Grupo Mateus ficará concentrada nesse centro.

Quando concluídas as quatro etapas, o Centro de Distribuição será o maior do Nordeste, tanto em tamanho, quanto em capacidade de armazenagem.

“Isso aqui marca a história da empresa. Daqui para frente, são mais três etapas onde a gente quer ter qualidade e padrão para chegar a todos os municípios do Maranhão com toda a parte refrigerada e linha seca em no máximo 36 horas”, afirmou Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus.

Com o apoio do Governo do Estado, Grupo Mateus inaugura Centro de Distribuição, em São Luís. (Foto: Karlos Geromy)

Estímulo para os produtores

Para Flávio Dino, “esta primeira fase já está mostrando a virtude dessa parceria do setor público e do privado, com cada um fazendo sua parte. A junção dessas duas vertentes é o que garante um Maranhão melhor para todos nós”.

Ele também lembrou que “para os produtores do Maranhão, é um grande estímulo porque o Mateus se consolida como um grande comprador”, referindo-se aos benefícios como um todo para a economia do Estado.

Parque Empresarial

O Governo do Maranhão está investindo R$ 8 milhões na estruturação da área de 220 hectares do Parque Empresarial de São Luís.

“A gente já vê a realidade dessa expansão industrial nesta região. É importante para a cadeia produtiva de distribuição”, disse o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, sobre a inauguração desta sexta-feira.

Com o apoio do Governo do Estado, Grupo Mateus inaugura a primeira das quatro etapas do seu Centro de Distribuição, em São Luís. (Foto: Karlos Geromy)

Usina de pelotização da Vale, em São Luís, vai voltar a produzir em junho

Está previsto para o mês de junho a volta da operação da usina de pelotização da Vale em São Luís. Desativada desde de 08 de outubro de 2012, quando a empresa anunciou o fechamento da unidade do Itaqui-Bacanga. Na época a Vale justificou a paralisação em função da retração da demanda por pelotas no mercado internacional. A crise se estendeu também ás plantas das usinas de Tubarão I e II, em Vitória(ES).

Usina de pelotização do Itaqui-Bacanga

A planta de São Luís foi inaugurada em março de 2002, resultado de um investimento de US$ 408 milhões, e projetada com capacidade anual para produzir 6 milhões de toneladas de pelotas de redução direta. No entanto, em 2007, a unidade atingiu seu pico máximo de produção, alcançando 7,05 milhões de toneladas.

Antes de suspender as operações, em 2012, a unidade já havia registrado outras duas paralisações, como efeito de crises econômicas. Em 2006, a usina passou quatro meses sem operar e teve como impacto a queda de 1,2 milhão de toneladas na produção de pelotas.

Depois, como consequência da crise nos Estados Unidos, em 2008, a Vale programou, no início de 2009, uma paralisação de apenas 12 dias, mas que se estendeu por mais de um ano, em decorrência do agravamento da conjuntura econômica americana. Para evitar demissões, a Vale deu recesso aos empregados.

O primeiro embarque de pelotas produzido pela usina para o mercado internacional ocorreu dia 24 setembro de 2002, quando foram embarcadas 60 mil toneladas no navio Flecha, procedente de Malta, no píer 1 do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira. A carga teve como destino o grupo siderúrgico indiano CIL Caribbean Ispat Limited. O contrato com a Vale previa a exportação de 1 milhão de toneladas de pelotas até o fim daquele ano.

Canopus lança campanha de vendas em São Luís e Imperatriz

A campanha vai se estender de janeiro a março, e abrange todos os empreendimentos do Grupo.

Começando o ano de 2018 com o pé direito, o Grupo Canopus lançou uma campanha de vendas denominada Canopus 300. Em Imperatriz, o lançamento foi realizado na manhã desta sexta-feira (12), durante um café da manhã para corretores e donos de imobiliárias. A campanha vai se estender de janeiro a março, e abrange todos os empreendimentos do Grupo.

Em Imperatriz, a Canopus conta com dois empreendimentos, o condomínio de casas, Village Jardins I e o de apartamentos, Village do Bosque II. A meta de vendas da campanha, inspirada no filme Os 300 de Esparta, é vender 300 unidade em 30 dias, em todo o estado. A regional de Imperatriz terá que representar 20% deste número.

Para Igor Bastos, gerente de vendas e expansão da Canopus, não é um número difícil de alcançar. “A grande batalha será realizada durante 90 dias. A meta é realizar 180 vendas, nos três primeiros meses do ano (de janeiro a março), aqui em Imperatriz. Ou seja, são 60 vendas por mês. Na verdade, é bem perto do que a gente já conseguiu, pois, ano passado fizemos 26 unidades por mês. São apenas quatro unidades a mais”, ressaltou.

Como inventivo às vendas, a empresa vai premiar as imobiliárias que mais venderem. Serão premiações para o primeiro, segundo e terceiro lugar, nos valores de R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 3.000, respectivamente. “Essas premiações são um incentivo mais. Estimula os nossos corretores e acaba trazendo resultados satisfatórios pra gente”, ressalta o proprietário da imobiliária campeã de vendas no ano passado, Eduardo Borges.

Premiação

Durante o lançamento da nova campanha, o Grupo Canopus entregou uma premiação para as três primeiras imobiliárias que mais venderam no segundo semestre do ano passado. As vencedoras foram: Premier, com 43 unidades vendidas, que levou o terceiro lugar e um cheque de R$ 1.000. A segunda foi a Remax Unyca, com 75 unidades vendidas, e um cheque de R$ 2.000, e em primeiro lugar, a Borges Imobiliária, que vendeu 78 unidades, e levou uma premiação de R$ 3.000.

fonte: Blog da Angra

Farmácia de manipulação Pharmapele inaugura sua primeira franquia em Balsas e a quarta no Maranhão

Inauguração acontece nessa quarta-feira, a partir das 8h. Rede Pharmapele é especialista em medicamento individualizado e tem como diferencial uma linha de dermocosméticos e nutracêuticos ambos industrializados que complementam o negócio de fórmulas manipuladas.

São Paulo — 15/01/2018 – A rede de farmácias de manipulação Pharmapele inaugura, nessa quarta-feira, dia 17 de janeiro, a partir das 8h, sua primeira franquia em Balsas (MA). Essa é a quarta loja da rede no estado do Maranhão. O coquetel de boas-vindas recebe clientes e imprensa local. A franquia, cuja rede no país já conta com 70 lojas, vai oferecer medicamentos personalizados e cosméticos de tratamento. A Pharmapele é especialista em medicamento individualizado e tem como diferencial uma linha de dermocosméticos e nutracêuticos ambos industrializados que complementam o negócio de fórmulas manipuladas. “Estamos muito felizes com a quarta loja no Maranhão, o que só reforça nossa importante presença na região e todo o sucesso da marca, que já recebeu o prêmio de franquia número 1 no Norte e Nordeste da Fundação Getúlio Vargas e da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. A franquia vai oferecer toda a qualidade e segurança seguidos pelo padrão Pharmapele”, afirma Mariana Saldanha, diretora de marketing da Pharmapele. O endereço é Praça Antonio Pereira, 52 – Centro.

Mercado de franquias – Apesar do cenário econômico, o mercado brasileiro de franquias acumula duas altas seguidas no primeiro e segundo trimestre de 2017, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising); um dos setores de maior destaque é o de saúde, beleza e bem-estar – que cresceu 17% e registrou o segundo melhor desempenho atrás apenas do ramo de Hotelaria. A busca por uma vida mais saudável e a força do poder de compra da terceira idade (aliada à maior expectativa de vida) são dois dos principais motivos que refletem esse crescimento, como explica Mariana Saldanha: “Esse setor brasileiro, que inclui Saúde, Beleza e Bem-Estar, representa 7,1% do consumo global de produtos para essa finalidade. Dessa forma, o Brasil, apesar dos problemas econômicos, reforça sua importante participação nesse tipo de mercado”, comenta. No mundo, o país ocupa a quarta posição no gasto com produtos para essas finalidades, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão, segundo pesquisas da Euromonitor.

Com base nesses dados, as redes de farmácias de manipulação apresentaram grande destaque nos últimos anos, com um verdadeiro “boom” para oferecer saúde e beleza. “Nós continuamos em franca expansão, nos consolidando cada vez mais como uma marca forte e reconhecida no mercado. Isso é a prova da seriedade e segurança que oferecemos aos nossos franqueados”, afirma a diretora de marketing da Pharmapele, que conquistou o 12° selo consecutivo de excelência em franchising da ABF, tornando-se a única farmácia de manipulação do país a conseguir tal feito. Atualmente, as franquias da marca empregam mais de 1000 pessoas em suas lojas espalhadas pelo território nacional.

Receitas para o sucesso – O crescimento da rede também é justificado pela sua solidez: segundo informações da ABF, o índice de mortalidade para negócios próprios nos três primeiros anos de funcionamento é de 50% e somente 5% no caso de franquias. “No caso da Pharmapele, esse percentual de insucesso não ultrapassa 1%”, conta Mariana. Essa é, aliás, uma das grandes vantagens do método de franquia: a transferência de experiência – uma vez que o modelo de negócio e de gestão já foi testado pelo franqueador.

Um dos diferenciais da rede é a adoção de um sistema que dá suporte de gestão financeira e administrativa. “Por se tratar de uma rede, realizamos as compras de matéria-prima de forma coletiva, barganhando melhores preços, o que nos dá maior competitividade no mercado”, explica.

Quanto a dicas de sucesso para o negócio, Mariana dá a receita: “Para se juntar a nós, basta acreditar em nossa filosofia, ter dedicação e consciência de estar num negócio altamente competitivo, rentável e consolidado no mercado. Na Pharmapele trabalhamos com amor e dedicamos esse sentimento a cada fórmula entregue aos nossos clientes”.

História e investimentos – A Pharmapele foi fundada há 30 anos, em Pernambuco – e há mais de 20 anos adotou um premiado sistema de franquias. Além dos selos de excelência da ABF, a Pharmapele foi nomeada uma das cinco melhores franquias do Brasil pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Fundação Getúlio Vargas, sendo a franquia número 1 do Norte/Nordeste. “Para a empresa se profissionalizar como franqueadora, ela criou o Centro Integrado de Gestão (CIG), empresa do grupo que administra e gerencia as lojas com a marca Pharmapele.” Para que o sucesso financeiro ocorra no menor espaço de tempo possível, a Pharmapele investe em ações, agregando valor ao negócio dos franqueados. “Há o desenvolvimento de campanhas voltadas à saúde e bem-estar da população e apoio à comunidade. As lojas têm visual moderno e elegante, nas quais os consumidores se sentem à vontade e podem experimentar os produtos, antes de escolher o que levar para casa”, conta Mariana.

Fonte: A Pharmapele é uma rede de farmácias de manipulação, com 30 anos de experiência em medicamentos personalizados e cosméticos de tratamento. São 70 lojas presentes em todo o Brasil. A Pharmapele é metade ciência, metade beleza e bem-estar por inteiro. www.pharmapele.com.br

Monopólio da Vale – Agricultores maranhenses são impedidos de usar Ferrovia Carajás/ Norte Sul para transportar seus produtos

Num Brasil continental  as ferrovias deveriam contribuir para baixar os custos de logística de transporte. Isso iria impactar de forma decisiva no preço final dos produtos. Mas a Vale mantem um monopólio exclusivo  para o transporte de minério de ferro, colocando o preço que bem entende no Sistema da Ferrovia Carajás/Norte Sul. Isso além de não ter pontos de embarque, ao longo da ferrovia, o preço do transporte inviabiliza  tentativa dos produtores de usar o serviço.  Com a ampliação da Ferrovia Norte Sul é de esperar que o Governo Federal  quebre forma definitiva esse monopólio absurdo de uma única empresa utilizar uma ferrovia num país continental.

Porto do Itaqui tem recorde histórico na exportação de grãos

O Porto do Itaqui fechou 2017 com movimentação de 19,1 milhões de toneladas de cargas, o que representa crescimento de 13% em relação a 2016 e de 3% em relação ao previsto para o ano.

O Porto do Itaqui fechou 2017 com movimentação de 19,1 milhões de toneladas de cargas, o que representa crescimento de 13% em relação a 2016 e de 3% em relação ao previsto para o ano. Os granéis sólidos responderam por 12,7 milhões de toneladas durante o ano, com recordes históricos na exportação de milho (194%) e soja (60%) e na importação de fertilizante (18%).

Em granéis líquidos, a importação de etanol, também, bateu recorde histórico, com volume 212% maior do que em 2016. As operações com arroz registraram aumento de 109%, a escória de cimento foi 53% maior e as cargas de combustíveis para o mercado interno cresceram 23% no comparativo com o ano anterior.

A projeção do mercado para 2018 é conservadora e depende da expansão dos terminais, em processo de execução. No entanto, os investimentos que o Governo do Maranhão vem realizando por meio da gestão do Porto do Itaqui serão atrativos para alavancar resultados positivos. No setor de combustíveis, a entrada em operação do Berço 108 ainda neste semestre incrementa em 40% a capacidade de operação desse granel líquido.

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que gerencia o Porto do Itaqui, está desenvolvendo Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental de novos terminais, voltados para a movimentação e armazenagem de combustíveis. “O plano é dobrar a capacidade de armazenagem em três anos”, afirma diretor de Planejamento e Desenvolvimento da Emap, Jailson Luz.

A Emap trabalha focada no mercado, para que o Itaqui volte a ter uma linha regular de contêiner e carga geral. Para isso, o porto conta com novo pátio, entregue no final de 2017, equipado para receber, também, carga refrigerada, o que favorece a operação com carne processada.

O volume de movimentação de fertilizante deve crescer neste ano, acompanhando a tendência de crescimento verificada em 2017, quando obteve 22% de aumento em relação ao previsto para o ano. Investimentos em logística fora da poligonal do Itaqui apontam para esse crescimento. E a movimentação de grãos, que atingiu 7,1 milhões de toneladas em 2017, deve crescer 13% em 2018, fechando o ano com cerca de 8,1 milhões de toneladas.

Banco do Nordeste aplica R$ 26,4 bilhões na economia da região

Em 2017, foram contratadas mais de 4,8 milhões de operações na Região

Fortaleza, 5 de janeiro de 2018 – O Banco do Nordeste aplicou R$ 26,4 bilhões na economia dos Estados nordestinos e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo em 2017. Durante o ano, foram contratadas mais de 4,8 milhões de operações. Somente com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), operado exclusivamente pela instituição, o BNB aportou cerca de R$ 16 bilhões, distribuídos em mais de 582 mil contratos.

O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, comemora os números e prevê 2018 com resultados ainda melhores, especialmente nas aplicações de recursos do FNE. “Toda a equipe do Banco está empenhada na aplicação de 100% dos recursos do Fundo Constitucional, de forma ágil e desburocratizada. Nosso objetivo é contribuir diretamente para o desenvolvimento da Região, principalmente na geração de emprego e renda para o povo nordestino”, afirma.

Mais de R$ 3,6 bilhões foram investidos em financiamentos a obras de infraestrutura, especialmente em parques de energias renováveis, como eólica e solar. No setor de Comércio foram aplicados mais de R$ 3,5 bilhões e R$ 1,9 bilhão financiado para empresas da área de Serviços. As indústrias da Região responderam por R$ 2,8 bilhões em operações.

O Agronegócio recebeu aporte superior a R$ 3,5 bilhões, em 7,4 mil operações. Já para a Agricultura Familiar, os recursos investidos beneficiaram mais de 540 mil famílias com R$ 2,8 bilhões.

As contratações para incentivo às exportações e importações nordestinas somaram R$ 1,0 bilhão, especialmente com operações de câmbio relacionadas a Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) e Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE).

Microcrédito

Em 2017, o programa de microcrédito urbano do Banco do Nordeste, o Crediamigo, aplicou mais de R$ 8 bilhões. Foram contratadas mais de 4 milhões de operações. O programa, que se consolida como o maior do segmento na América do Sul, também superou a marca de 2 milhões de clientes ativos. O Agroamigo, voltado para microfinanças rurais, atendeu mais de 518 mil produtores, num montante superior a R$ 2,3 bilhões.

MPE

As micro e pequenas empresas foram beneficiadas com R$ 2,7 bilhões, em mais de 49 mil operações, tanto de investimentos quanto capital de giro simples e insumos.

Regularização de dívidas

A Lei 13.340/2016 permitiu descontos de até 95% para dívidas rurais em atraso. Os produtores da Região nessa situação recorreram à rede de agências do BNB e o resultado é a regularização de 217 mil operações. Foram renegociados e/ou liquidados valores superiores a R$ 7 bilhões, beneficiando quase um milhão de agricultores do Nordeste e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

UDI Hospital está sendo vendido à Rede D´Or

Um dos maiores empreendimentos do ramo hospitalar no Maranhão, o UDI Hospital, está mudando de donos e deve ser anunciada a sua venda, nos próximos dias, à Rede D’Or, que já fez o comunicado sobre essa intenção de compra ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), segundo informação publicada por Maurício Lima na coluna Radar da Veja Online, do jornalista Gabriel Mascarenhas.

A informação é curta e não entra em detalhes sobre essa transação sobre valores. “A Rede D’Or comunicou ao Cade sua intenção de comprar o hospital UDI, de São Luís, no Maranhão. Se aprovada, essa será a 38ª unidade da rede”.

Fundado em 1995, o UDI Hospital foi criado pelos médicos Carlos Gama, José Bonifácio Barbosa e Lourival Gama, que idealizaram esse projeto ainda nos anos 1980.

Em dezembro do ano passado, o UDI recebeu da Organização Nacional de Acreditação (ONA) a placa aos hospitais de cada estado que conquistaram acreditação com excelência. O selo é creditado a instituições que atendem os critérios de segurança dos pacientes na área assistencial e na estrutural, que possuem uma gestão integrada com os processos ocorrendo de forma fluida e com plena comunicação entre as atividades, e que a executem com excelência.

Resultado de imagem para UDI hospital

Rede D´Or – A Rede D’Or São Luiz é hoje a maior operadora independente de hospitais do Brasil com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Pernambuco. Fundada em 1977 com a abertura da primeira unidade Cardiolab do Grupo Labs, a Rede D’Or São Luiz continua com a sua estratégia de expansão.

Em 2013, a Rede inaugurou duas unidades no Rio de Janeiro: o Hospital e Maternidade Oeste D’Or, no bairro de Campo Grande, que possui UTI Neonatal e atendimento de emergência pediátrica e adulto 24h; e o Caxias D’Or, na cidade de Duque de Caxias, um hospital desenhado desde seu projeto para funcionar com a emergência Smart Track, com tecnologia de ponta e fluxos laminares no centro cirúrgico que evitam contaminações.

Em 2012 adquiriu os hospitais Santa Luzia e Coração do Brasil, em Brasília, e no estado de São Paulo, assumiu o controle dos Hospitais viValle, em São José dos Campos, do Hospital Nossa Senhora de Lourdes e do Hospital da Criança.

A entrada no mercado paulista se iniciou em 2011, com a obtenção dos Hospitais e Maternidades São Luiz, localizados nos bairros do Morumbi, Itaim e Anália Franco, na capital paulista.

No Rio de Janeiro, foram três novas unidades abertas entre os anos de 2009 e 2011: Hospital Rios D’Or, em Jacarepaguá; Norte D’Or, em Cascadura; e Niterói D’Or, na cidade de Niterói. Estes se juntaram aos já existentes Copa D’Or, em Copacabana; Barra D’Or, na Barra da Tijuca; e Quinta D’Or, em São Cristóvão. Em 2016 a unidade CopaStar entrou em operação, para atendimento Triple A, no Rio de Janeiro. Em São Paulo, serão construídas unidades nos municípios de São Caetano do Sul e Mauá.

Além dos centros hospitalares, a Rede D’Or São Luiz também tem o Centro de Oncologia, um projeto pioneiro na rede privada de saúde do Rio de Janeiro, que reúne em um só local todos os aspectos necessários à prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, incluindo, no setor de Radioterapia, dois equipamentos entre os mais modernos do mundo: Novalis 6D Classic ™ e Clinac-IX™.

(Com dados da Veja, UDI e Rede D´Or)

Governo Flávio Dino assina acordo para desenvolver produção da cachaça no Maranhão

A Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e o Instituto de Agronegócio do Maranhão (Inagro) assinaram acordo de parceria para realização de trabalhos com vistas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da cachaça no Maranhão, com assistência técnica e difusão de tecnologia.

Considerada um dos produtos mais consumidos no estado, a cachaça conta com vários municípios produtores no interior, como Pastos Bons, Sucupira do Norte, São João dos Patos e Mirador. No entanto, essa produção ainda é pouco tecnificada e incentivada.

O trabalho consistirá no mapeamento de propriedades produtoras de cana de açúcar no Sertão Maranhense, após todos os levantamentos, os dados serão reunidos em uma plataforma eletrônica que possibilitará um diagnóstico da situação de cada município e das ações a serem realizadas de acordo com as necessidades apresentadas, partindo deste diagnóstico serão selecionadas as propriedades de maior potencial produtivo, para a realização de assistência técnica e gerencial.

A cachaça e o torresmo: iguaria irresistível

Para o presidente do Iinagro, José Ataíde, “essa parceria com a Sagrima é muito importante, pois teremos o levantamento de todas as propriedades que tem produção de cana de açúcar e possuem alambiques para o desenvolvimento de ações na cadeia da cachaça.” Disse.

Honaiser (C) e José de Jesus Ataíde (D), do Inagro, assinaram acordo para desenvolver produção da cachaça

Inicialmente serão mapeados cerca de dez municípios da região do sertão maranhense, iniciando por Pastos Bons. A previsão é que até o final de fevereiro esse levantamento chegue a marca de 200 propriedades.

Fábio Silva, Diretor executivo do Inagro, ressaltou que “Esperamos que ao final desse processo de diagnóstico, tenhamos o material necessário para fazer a melhor estratégia de intervenção, em que nós poderemos encaminhar a política pública adequada para ter um produto final de qualidade e competitividade, tendo a abrangência necessária que essa demanda dos produtores do médio sertão precisa.”

A Sagrima, em parceria com o Senar, visando o desenvolvimento da produção e da agro industrialização da cachaça no Estado, ofertará as propriedades assistência técnica e acompanhamento gerencial, por meio de palestras e cursos.

O Secretário Márcio Honaiser, destacou que, “A ação do Inagro em parceria com a Sagrima possibilitará o desenvolvimento da cadeia da cachaça na região do sertão maranhense, onde já existe uma grande produção, porém a assistência técnica que levaremos por meio dos cursos, treinamentos e qualificações possibilitaram uma melhor produção, para que que possamos colocar a nossa cachaça de forma comercial, respeitando  todas as adequações necessárias. Em breve o Sertão Maranhense terá uma cachaça legitimamente maranhense e de qualidade.”

BNDES faz renegociação de dívida de R$ 1 bilhão do Maranhão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) finalizou na sexta-feira, 22, a renegociação das dívidas de 13 estados, entre os quais do Maranhão. Com a renegociação, os governos ganharam uma prorrogação de 10 anos nos pagamentos, incluindo um prazo de carência de quatro anos.

A renegociação está prevista no escopo da Lei Complementar nº 156, de 28 de dezembro de 2016, que estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal, incluindo as dívidas dos entes federativos com o BNDES.

O total das dívidas renegociadas é de R$ 7,8 bilhões e todas são referentes ao Programa Emergencial de Financiamento (PEF 2) e ao Proinveste, programas de apoio à execução de despesas de capital constantes do Plano Plurianual (PPA) e das Leis Orçamentárias dos Estados e Distrito Federal.

No caso do Amapá, a renegociação da dívida de R$ 420,9 milhões do estado ainda depende da comprovação do cumprimento das condições prévias.

Todos os contratos renegociados ainda terão que ser ratificados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, uma exigência para que tenham eficácia.

Dívidas renegociadas por estado

Acre – R$ 397,7 milhões

Alagoas – R$ 156,6 milhões

Bahia – R$ 1,6 bilhão

Ceará – R$ 368,7 milhões

Maranhão – R$ 1,0 bilhão

Mato Grosso do Sul – R$ 341,2 milhões

Paraíba – R$ 750,3 milhões

Pernambuco – R$ 119,4 milhões

Piauí – R$ 515,8 milhões

Rio Grande do Sul – R$ 106,9 milhões

Santa Catarina – R$ 440,7 milhões

Sergipe – R$ 212,0 milhões

São Paulo – R$ 1,7 bilhão