Magazine Luiza emite locais de lojas na tv, apostando no “disse me disse” como estratégia de marketing

 

Demorou, mas chegou! O Magazine Luíza, uma das maiores redes de varejo do Brasil,  chegou hoje(10) em São Luís. São quatro lojas inauguradas na Capital(Cohab, João Paulo, Maiobão e Rua Grande).

 

A chegada da rede varejista  ao Maranhão trocou o seu famoso avatar “Magu”  pela  badaladíssima Taynara OG nos anúncios na tv.

 

A aposta foi acertada na maranhense. Ela é a  mais solicitada do Brasil para vender marcas e produtos nos anúncios de propaganda no momento.   A tática da agência de publicidade, que produziu a campanha,    foi não divulgar os locais das lojas na tv. Isso causa um “disse me disse” ainda maior entre os consumidores.

Thay é garota propaganda das grandes marcas mundiais no Brasil

No Maranhão foram investidos 20 milhões de reais com geração de 638 novos pontos de trabalho.

A empresa completou 60 anos no ano passado, tem mais de 800 lojas em 16 estados, tendo mais de 20 mil funcionários.

 

Projeto Agrodiálogos do Senar é desenvolvido no interior do Estado

O Seminário de Desenvolvimento da Agropecuária do Maranhão pela Educação será ministrado em todo o Estado

O presidente do sistema Faema/Senar, Raimundo Coelho, acaba de efetivar em vários municípios, o  projeto  Seminário de Desenvolvimento da Agropecuária do Maranhão pela Educação, denominado de  Agrodiálogos. Projeto este, que tem por finalidade atender o produtor rural e sua família, por meio de Encontros,  cujas bases estão fincadas em  informações tecnológicas, educação rural, empreendedorismo, educação sanitária, formação profissional rural, assistência técnica, organização do setor rural e participação política.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) visa com essa iniciativa, atender seu público-meta nas diversas regiões do Estado, por meio de entidades representativas do setor rural, envolvendo: produtores e trabalhadores rurais, professores e escolas familiares rurais, técnicos ligados ao setor rural, criadores do estado do Maranhão, pescadores pertencentes às Colônias e Sindicatos de Pescadores, dentre outros.

Produtores rurais em campo, recebendo o presidente do sistema Faema/Senar.

Coelho se reuniu com mobilizadores e palestrantes, além de representantes de entidades rurais com potencialidade para o desenvolvimento do projeto, nos municípios de  Chapadinha, São Mateus, São Benedito do Rio Preto, Santa Quitéria, Anapurus, Pirapemas, Caxias, Peritoró, Vitorino Freire, Altamira do Maranhão e Brejo de Areia. Com eles,  Coelho discutiu estratégias de execução do projeto ao tempo que articulou a sua realização na sede de cada município.

Projeto

O Agrodiálogos é um projeto do Senar e  tem como meta atender um total de 5.440 participantes nos 51 eventos que serão promovidos, considerando a mobilização de 100 participantes, em média, por seminário, que se propõe envolver os participantes como principais multiplicadores da plataforma onde a educação e a produção despontam  como metas prioritárias.

Para a realização desse projeto, o Senar conta com o apoio de diversas instituições ligadas ao setor agropecuário que auxiliarão na mobilização do Público alvo, cederão profissionais para participar dos eventos, enriquecerão as discussões e contribuirão, de modo geral para o fortalecimento das ações realizadas em prol do desenvolvimento do setor agropecuário maranhense.

“Esses seminários são intercursos de informações e diálogos sobre Agronegócios do Maranhão,  onde falaremos sobre temas cruciais para o setor agropecuário como, por exemplo: Inovação Tecnológica, Educação e Empreendedorismo,  Formação Profissional Rural e Promoção Social, e também, a importância das organizações rurais de modo a buscar acessibilidade às políticas públicas voltadas para o setor rural do Estado”, destacou ele entusiasmado com a iniciativa.

Imagem da Esperança – Vale reativa usina de pelotas em São Luís após investimentos de 104 milhões de dólares

A Vale retomou nesta sexta-feira (04) as operações da usina de pelotização em São Luís, com um evento que marcou o início do funcionamento dos sistemas de transportadores de correia e prensa da planta. O acionamento dos sistemas foi acompanhado pelo diretor-presidente, Fábio Schvartsman, e o governador Flávio Dino (PCdoB), além de outras autoridades municipais e estaduais.

A Vale decidiu retomar a operação da usina em 2017, quando foram iniciados os estudos de viabilidade da planta. “O mercado apresenta-se numa condição favorável de demanda, abrindo oportunidade para o aumento de produção de pelotas. Por esta razão, a Vale decidiu retomar a operação devido a sua proximidade aos projetos de expansão da Vale na região”, explica o diretor de Pelotização da Vale, Cláudio Alves.

A unidade, que teve suas atividades paralisadas em 2012, tem capacidade anual de produção de 7,5 milhões de toneladas. Com a retomada, serão gerados 370 postos de trabalho, entre próprios e terceiros, em áreas técnicas como mecânica, elétrica, eletroeletrônica, eletrotécnica, metalurgia, química e eletrônica. A usina conta com aproximadamente 59 fornecedores no processo de revitalização, dos quais 40% são formados por empresas maranhenses.

Fábio Schvartsman e Flávio Dino acionam os sistemas de transportadores de correia e prensa da usina de pelotização da Vale em São Luís

Localizada na área Itaqui-Bacanga, próxima ao Boqueirão, a pelotizadora de São Luís é a primeira da empresa construída pela Vale no Maranhão. Foi inaugurada em 26 de março de 2002, um investimento na época de US$ 408 milhões que gerou 2.500 empregos diretos e indiretos em sua construção.

Em 2007, a unidade atingiu seu pico máximo de produção: 7,05 milhões de toneladas. Para a renovação da planta foram investidos US$ 104,5 milhões.

Entre os investimentos realizados para a retomada da usina, e como parte das etapas de controle ambiental, destaca-se a instalação de medidores de gases nas chaminés, que permitirão o monitoramento e controle das emissões de gases gerados durante o processo, com o objetivo de atuar de forma rápida e preventiva. Depois de prontas, as pelotas recebem supressores de pó, uma camada de proteção formada por um composto de glicerina e água para dificultar o desprendimento de pó causado pela força do vento ou durante a movimentação das pelotas.

Resultado de imagem para usina de pelotas da Vale

Produção de pelotas – Pelotas são pequenas bolinhas de minério de ferro usadas na fabricação do aço e consideradas um produto de altíssimo valor agregado por proporcionar maior produtividade nas usinas siderúrgicas. Elas são feitas com uma tecnologia de processamento térmico que utiliza os finos gerados durante a extração do minério. Para se chegar à pelota, o minério de ferro é misturado ao calcário, bentonita e antracito, um tipo de combustível sólido, além de outros insumos.

Para a produção de 1 tonelada de pelotas são necessários 990 kg de minério de ferro. Pontes, carros, aviões, bicicletas, eletrodomésticos e grande parte dos produtos que utilizamos em nosso dia a dia são feitos a partir do aço produzido nas siderúrgicas.

A produção de pelotas em São Luís será feita com o minério de ferro das minas de Carajás, considerado de alto valor de pureza devido a maior concentração de ferro. O embarque do produto será feito pelo Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, líder no ranking de movimentação de carga do país entre os portos privados. No total, a Vale possui 11 usinas de pelotização no Brasil, sendo 10 no Sistema Sul – oito no Espírito Santo e duas em Minas Gerais – e uma em São Luís.

SEMA realiza audiência pública para a criação do Pré-Comitê da Bacia do Rio Itapecuru

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) realizou, na última quinta-feira (26), a segunda audiência pública para a criação do Pré-Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Itapecuru, no município de Caxias/MA. O momento teve a participação de representantes do poder público, empresariado e sociedade civil dos municípios do entorno da cidade, que fazem parte da Bacia.

A ocasião oportunizou a discussão sobre a bacia hidrográfica do Rio Itapecuru e seu contexto na Política Estadual de Recursos Hídricos, permitindo um espaço de ampla discussão entre os três setores da sociedade que compõe a região.

“A criação dos Comitês favorece a gestão participativa e eficaz das bacias, possibilitando a elaboração de políticas de conservação e uso sustentável, em médio e longo prazo, do plano de gestão das bacias com participação dos usuários, entre outras medidas”, disse o Secretário de Estado de Meio Ambiente e Recurso Naturais, Marcelo Coelho.

A terceira audiência para a criação do Pré-Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Itapecuru ocorrerá no município de Colinas ainda neste mês.

 

Rio Itapecuru

A Bacia Hidrográfica do Rio Itapecuru possui 1.450 quilômetros de extensão que percorrem todo o estado do Maranhão, dividindo-se em alto, médio e baixo Itapecuru e abastecendo as 57 cidades situadas em seu leito e a capital São Luís.

 

Comitês de Bacia

 

Os comitês de bacia hidrográfica são órgãos que consolidam a descentralização da gestão, sendo constituídos por três setores da sociedade e tendo como unidade de gerenciamento abacia hidrográfica. São instâncias colegiadas cujos membros exercem a função de um parlamento das águas, pois tomam decisões sobre questões referentes à bacia, tendo como principais competências aprovar o Plano de Recursos Hídricos da Bacia, dirimir conflitos pelo uso da água, estabelecer mecanismos e sugerir os valores da cobrança pelo uso da água, entre outras funções.

O Maranhão atualmente possui 12 bacias hidrográficas, que o torna privilegiado na oferta desse recurso. O Estado possui os comitês dos rios Munim e Mearim já instituídos e em andamento, além do Rio Itapecuru, os dos rios Balsas, Preguiças e Parnaíba. Este último em parceria com os estados do Piauí e Ceará.

Frente Parlamentar da Pesca cria grupo de trabalho para criar plano pró-aquicultura

Blog do Varão

O presidente da Frente Parlamentar da Pesca, deputado Júnior Verde (PRB), coordenou nesta semana, na Assembleia Legislativa, reunião técnica para discutir a pesca e a aquicultura no Maranhão. O objetivo foi debater a situação desses setores produtivos no Estado, visando constituir um plano de ações integradas que alavanque o desenvolvimento de ambas atividades.

Participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca do Maranhão (Sagrima), da Agência de Defesa Agropecuária, (Aged), da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), professores do curso de Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), técnicos do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae), o presidente da Federação das Associações de Piscicultores do Maranhão, Antônio Furtado (Louro), e o presidente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (Faema), Raimundo Coelho.

“Articulamos essa reunião porque entendemos que esse setor produtivo está carente de uma ação integrada de órgãos e entidades envolvidos com o seu desenvolvimento. Temos muitas ações interessantes nesse setor, mas isoladas e incapazes de se multiplicar devido a uma série de obstáculos, entre eles, a falta de recursos. Agora, a Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (SEAP) vai voltar a ter status de Ministério e poder investir no setor, mas, para tanto, precisamos de bons projetos e de um plano de ações integradas para o setor”, esclareceu Júnior Verde ao abrir a reunião.

Diagnóstico do setor da Pesca e Aquicultura

Segundo José de Ribamar Rodrigues Pereira, assessor especial da Sagrima, falta mais organização dos atores que atuam no setor e recursos financeiros. “É fundamental a reativação da Câmara Setorial de Aquicultura e Pesca do Maranhão para aprofundarmos o debate sobre as ações nesse setor. O potencial do Maranhão no setor de Aquicultura é imenso, mas falta um plano de ação que envolva todos os atores que atuam no setor”, salientou.

Para Raimundo Coelho, o setor produtivo do Maranhão enfrenta quatro grandes gargalos. São eles: falta de regularização fundiária, licenciamento ambiental, outorga d’água e falta de conhecimento tecnológico dos produtores. “Temos que planejar ações que superem esses gargalos. A experiência do Senar no desenvolvimento das cadeias produtivas da piscicultura, leite, arroz e hortfrut pode ajudar. Estamos à disposição”, acrescentou.

Por sua vez, o engenheiro de pesca William da Silva Sousa, chefe da Unidade de Desenvolvimento Territorial da CODEVASF, identificou três problemas que entravam o desenvolvimento do setor de pesca e aquicultura. “A falta de organização das comunidades (predomina o individualismo em detrimento do coletivo), a falta de assistência técnica e falta de adequação da regularização ambiental.

Já José Ribamar Lopes Costa, engenheiro de pesca e coordenador do programa de Sanidade Pesqueira e Aquicultura do Maranhão da Aged, o maior problema é a falta de recursos. “Estamos em fase de conclusão do cadastramento dos apicultores do Estado do Maranhão. Estamos tolhidos de avançar devido à falta de orçamento”, salientou.

O Sebrae aponta a dificuldade de se conseguir a licença ambiental, a outorga d’água e, ainda, a falta de unidades de processamento dos produtos da pesca e aquicultura como entraves que desestimulam o desenvolvimento do setor. “No campo da piscicultura, enquanto não se resolve a questão legal, vamos focar na genética, tecnologia e acesso ao mercado”, afirmou Larissa Leite Fernandes, coordenadora de Estudos de Agronegócios e Desenvolvimento Territorial.

O piscicultor Antonio Costa, conhecido por Louro, disse que falta apoio do governo para os piscicultores. Temos um arcabouço jurídico, mas falta efetividade das ações governamentais. “O Maranhão tem que adequar as ações de políticas públicas do setor para a nossa realidade. A piscicultura maranhense é de caráter familiar. Essa realidade tem que ser considerada”, observou.

O professor da Uema, Jadson Pinheiro Santos, defendeu um processo de capacitação permanente dos produtores. “A academia pode se inserir nessa rede de atores comprometidos com o setor de Aquicultura com a pesquisa e a capacitação dos produtores”, argumentou.

Avaliação

Para Raimundo Coelho, é sempre muito bom quando um parlamentar assume a liderança de debater e propor ações nas políticas públicas que envolvem o setor produtivo. “Saio satisfeito, enriquecido e esperançoso desse importante debate. Com a execução dos encaminhamentos aprovados, tenho certeza que vamos melhorar o setor produtivo do Maranhão, principalmente a Aquicultura, na qual nosso estado tem um imenso potencial de produção. O Senar e a Faema têm muito com o que contribuir, e vamos nos inserir no processo”, avaliou.

Encaminhamentos

Ao final, foram aprovados os seguintes encaminhamentos: a) Criação de Grupo de Trabalho para elaborar um plano de ação integrada para desenvolver a aquicultura no Maranhão, focado em questões como licenciamento ambiental e outorga d’água, assistência técnica, regularização fundiária, melhorias da tributação, comercialização e banco de dados; b) Realização de um Seminário Regional de Piscicultura, em Santa Inês, ainda este ano; c) Elaboração de um Termo de Cooperação dos órgãos e entidades envolvidas na elaboração e execução do plano de ações integradas de desenvolvimento da aquicultura no Maranhão.

Gestão do Detran-Ma é reconhecida e premiada pela Polícia Militar de São Paulo

Blog do Varão

A diretora geral do Detran-Ma, Larissa Abdala, recebeu a maior condecoração do CPTran-, que é o Comando de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar do Estado de São Paulo. O trabalho exitoso da instituição que comanda o trânsito no Maranhão vem sendo reconhecido com destaque em todo Brasil.

“Terminando o dia recebendo a maior condecoração do CPTran- Comando de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Com um detalhe ainda mais honroso: única condecoração dada a um civil e a uma mulher no dia hoje. Honrada ( por mim e pelo Maranhão que represento ). Agradecida pelo reconhecimento ao trabalho que arduamente desenvolvemos e certa de estar no caminho correto. Diante de tanta impropriedade nos últimos tempos, um verdadeiro bálsamo.”, destacou Larissa.

Com investimento de R$ 30 milhões, Alliance Química vai implantar fábrica de cloro-soda no Maranhão

O ambiente favorável aos negócios implantado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), está atraindo diversos empreendimentos para o Maranhão. A empresa Alliance Química por exemplo, pretende implantar uma fábrica de cloro-soda em solo maranhense.

De acordo com o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, o investimento será de R$ 30 milhões. O anuncio foi após uma conversa com o Banco do Nordeste, para o aporte do investimento. O empreendimento será implantado o mais breve possível, após a empresa definir em qual município atuará.

“A chegada de mais um investimento só reforça, mais uma vez, que o trabalho de transparência e dialogo do governo Flávio Dino tem atraído e chamado a atenção de empresas de todo o país, interessadas em vim para nosso estado”, avalia Araújo.

Foto: Divulgação

A Alliance Química faz parte do grupo Alliance Uruguay, e já possui uma unidade implantada no Brasil, no Estado do Ceará. De acordo com a empresa, seriam fabricados cloro e soda cáustica, para atender o mercado maranhense e da região Norte do país.

A escolha do Maranhão não foi à toa. Executivos da empresa afirmaram que o Estado tem localização estratégica, próximo aos principais mercados do país e com água em abundância. A Alliance estima que em meados de 2019, a fábrica já esteja em plena operação no Maranhão.

Sobre a empresa:

A Alliance Química é pioneira ao trazer a primeira planta desenhada para atender diretamente uma estação de tratamento de água, eliminando os riscos associados ao transporte e manuseio do cloro gás. Por ser localizada dentro da ETA Gavião, reduziu significativamente o transporte de cloro gás dentro do estado do Ceará e assegurou a CAGECE um fornecimento seguro 24 horas por dia. Além dos benefícios importantes a segurança e ao meio ambiente, a Alliance Química trouxe também uma economia significativa no custo de fornecimento do cloro para a CAGECE.

Emenda de Roberto Rocha viabiliza incubadoras neonatais, aparelhos de raio X e outros equipamentos para Materno Infantil de Imperatriz

O Hospital Regional Materno Infantil (HRMI) de Imperatriz recebeu nesta terça-feira (27), 266 novos e modernos equipamentos hospitalares, além de materiais permanentes, fruto de emenda individual do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), no valor de R$ 891,9 mil. Desde junho de 2016, os recursos já estavam disponíveis no caixa do Fundo Estadual da Saúde, mas somente agora, quase dois anos depois, o governo do estado resolveu utilizar o dinheiro viabilizado pelo congressista maranhense.
Os recursos, segundo proposta apresentada ao senador, foram aplicados para compra de aparelho de raio X móvel de última geração, berços para recém-nascidos, incubadoras neonatais, monitores de multiparâmetros, camas hospitalares mecânicas de alta tecnologia, aparelho desfibrilador avançado, bisturi elétrico, mesa cirúrgica mecânica, cardiotocógrafo de ponta, entre outros que irão equipar as novas instalações da unidade de saúde.
Para o senador Roberto Rocha, o repasse da emenda para o HRMI pode representar um novo momento na saúde de Imperatriz e de municípios mais próximos. “Estamos materializando um sonho de transformar o hospital como um centro de saúde de referência e cuidado com as pessoas. Com equipamentos e aparelhos novos, a população será mais bem assistida e não precisará procurar atendimento em outras localidades mais distante”, disse.
O Hospital Regional Materno Infantil absorve pelo menos a população de 10 munícipios mais próximos de Imperatriz, sendo quatro no estado vizinho de Tocantins, totalizando uma população estimada de 335 mil pessoas na região. “A demanda cada vez maior nos traz a obrigação e a responsabilidade de aplicar emendas que visam atender melhor a saúde, evitando que seja negligenciado o direito à saúde e tratamento de doenças”, explicou o senador Roberto Rocha.

Agro se movimenta no Maranhão para ter representante na Câmara Federal

O Governo do Maranhão reduziu o ICMS do Agro maranhense(produção de grãos) de 12% para 2%. São ações positivas como essas que tiveram influência direta no crescimento do PIB. O crescimento recorde do Produto Interno Bruto de 9,7% teve influência decisiva do agronegócio.

Agro contribuiu para o aumento do PIB maranhense

Setores do Agro Maranhense – pecuaristas, pequenos, médios e grandes agricultores organizados em sindicatos de produtores rurais em todos os municípios maranhense chegaram a conclusão que o momento é excelente para avançar ainda mais nas conquistas.

Bancada maranhense sem representante no Agro

Para isso o setor do trabalha para ter um representante maranhense na Câmara dos Deputados. Apesar do Maranhão ter essa força hoje no cenário agrícola brasileiro, o estado não tem representante na poderosa Frente Parlamentar Agropecuária, em Brasília. Dos 18 parlamentares que compõe a bancada maranhense ninguém é ligado ao setor produtivo.

Deputada Teresa Cristina(DEM) do Mato Grosso do Sul é a atual presidente da FPA

Alguns nomes pode ser lembrados que têm trabalho reconhecido para ocupar essa vaga. Mas isso é assunto para uma próxima postagem…

Lançada Pedra Fundamental do Porto São Luís

 

Em uma cerimônia com a presença do governador Flávio Dino, entre outras autoridades políticas, e do segmento empresarial, foi lançada hoje (16) a Pedra Fundamental do Porto São Luís, marcando o início das obras. O presidente internacional da China Communications Construction Company (CCCC), sócia majoritária do empreendimento, Chen Zhong, destacou o novo modelo de parceria entre os dois países e afirmou que o Porto São Luís será um dos principais portos de produtos a granel do Brasil.

Além do governador e do presidente da CCCC, foram convidados para compôr a mesa de abertura do evento o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, o vice-governador do Maranhão Carlos Brandão, a cônsul da China no Recife, Li Feiyue, o presidente da CCCC para as Américas, Chang Yunbo, os representantes das empresas brasileiras sócias do Porto, Walter Torre Júnior, da WPR, e Paulo Remy, da Lyon Capital, o presidente do Conselho do grupo Herun, Yu Songbo, e o presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA), Edilson Baldez.

O presidente Chen Zhong citou os pontos relevantes do projeto, entre eles a geração de quatro mil empregos. “Vamos respeitar as leis locais e trabalhar para preservar o meio ambiente com a sociedade. Que os talentos façam parte desse projeto que é ambicioso e pode ser um grande modelo para o país”.

Com capacidade de movimentação inicial de dez milhões de toneladas ao ano, Chen Zhong ressaltou que o escoamento da produção via Porto São Luís beneficiará sete estados brasileiros, por meio da integração com a Ferrovia Carajás.

O sócio da WPR, Walter Torre, falou da motivação para a escolha da cidade para a construção do projeto, que além da potencialidade local está no desenvolvimento do estado.

“Escolhemos São Luís não apenas pelas suas características naturais e geográficas únicas com vocação natural para a atividade portuária, mas também para trazer um novo patamar de desenvolvimento para o Maranhão, pois além de geração de emprego e capacitação da mão de obra local, estão previstas várias obras de infraestrutura na região limítrofe com o projeto, como saneamento, pavimentação, legalização fundiária, construção de escolas, implantação de posto de saúde entre outros”.

O governador Flávio Dino iniciou o discurso destacou o incremento da produção e a geração de empregos.

Temos hoje três portos no Maranhão, dois privados e um público, movimentando 200 milhões de toneladas ao ano. O Porto São Luís não divide, não compete, ele soma. Haverá abertura de milhares de oportunidades de trabalho e negócios”, disse. “Todas as leis brasileiras estão sendo rigorosamente seguidas para segurança jurídica e eficiência. Temos certeza que será um grande sucesso”, completou.

Para formalizar o empreendimento, houve a assinatura do contrato de condições particulares de engenharia entre a empresa Concremat e o CEO do Porto São Luís, Lin Le. Também foi assinada a carta mandato para financiamento com a indústria comercial da China (ICBC), entre o vice-presidente da ICBC Brasil, Zhou Yun Peng, e os diretores do Porto São Luís, Paulo Remy e Walter Torre.

O embaixador Li Jinzhang disse que este é um “momento histórico entre China e Brasil”, citando a importância de um porto para o desenvolvimento econômico do Estado. “É um condutor para o crescimento regional e atrairá mais empresas para se instalarem aqui”. O presidente da Fiema, Edilson Baldez, seguiu o mesmo raciocínio do desenvolvimento econômico. “É um projeto muito importante para o Maranhão e para o Brasil”, frisou.

SOBRE O PORTO

O Porto São Luís é um terminal de uso privado, cuja primeira fase da obra está orçada em R$ 800 milhões e deve ser concluída dentro de quatro anos – com a geração estimada de quatro mil empregos diretos.

A capacidade de movimentação do novo terminal é de cerca de dez milhões de toneladas por ano – sendo sete milhões de soja e milho, 1,5 milhão de fertilizantes, 1,5 milhão de carga geral e 1,8 milhão metros cúbicos de derivados de petróleo.

A obra compreende uma área de 200 hectares onde serão construídos seis berços, sendo quatro na primeira fase de construção e dois na segunda, mais ponte de acesso, acesso rodoferroviário e pera ferroviária.

SOBRE OS INVESTIDORES

CCCC- A China Communications Construction Company (CCCC) é a maior empresa de insfraestrutura da China e a quinta maior do mundo. Entre as obras com a assinatura da empresa estão a maior ponte do mundo, que liga Macau e Zhuai, com 55 quilômetros de extensão. A CCCC está listada na Bolsa de Hong Kong.

WPR – Empresa paulista de infraestrutura do empresário Walter Torre Júnior.

 

LYON CAPITAL – A Lyon Capital, empresa paulista de private equity independente, que prospecta oportunidades de negócios, especialmente na área de infraestrutura em toda a América Latina, tendo Paulo Remy Gillet Neto, Nilton Bertuchi e Roberto Ferrari, como principais acionistas.