Frente Parlamentar da Pesca cria grupo de trabalho para criar plano pró-aquicultura

Blog do Varão

O presidente da Frente Parlamentar da Pesca, deputado Júnior Verde (PRB), coordenou nesta semana, na Assembleia Legislativa, reunião técnica para discutir a pesca e a aquicultura no Maranhão. O objetivo foi debater a situação desses setores produtivos no Estado, visando constituir um plano de ações integradas que alavanque o desenvolvimento de ambas atividades.

Participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca do Maranhão (Sagrima), da Agência de Defesa Agropecuária, (Aged), da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), professores do curso de Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), técnicos do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae), o presidente da Federação das Associações de Piscicultores do Maranhão, Antônio Furtado (Louro), e o presidente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (Faema), Raimundo Coelho.

“Articulamos essa reunião porque entendemos que esse setor produtivo está carente de uma ação integrada de órgãos e entidades envolvidos com o seu desenvolvimento. Temos muitas ações interessantes nesse setor, mas isoladas e incapazes de se multiplicar devido a uma série de obstáculos, entre eles, a falta de recursos. Agora, a Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (SEAP) vai voltar a ter status de Ministério e poder investir no setor, mas, para tanto, precisamos de bons projetos e de um plano de ações integradas para o setor”, esclareceu Júnior Verde ao abrir a reunião.

Diagnóstico do setor da Pesca e Aquicultura

Segundo José de Ribamar Rodrigues Pereira, assessor especial da Sagrima, falta mais organização dos atores que atuam no setor e recursos financeiros. “É fundamental a reativação da Câmara Setorial de Aquicultura e Pesca do Maranhão para aprofundarmos o debate sobre as ações nesse setor. O potencial do Maranhão no setor de Aquicultura é imenso, mas falta um plano de ação que envolva todos os atores que atuam no setor”, salientou.

Para Raimundo Coelho, o setor produtivo do Maranhão enfrenta quatro grandes gargalos. São eles: falta de regularização fundiária, licenciamento ambiental, outorga d’água e falta de conhecimento tecnológico dos produtores. “Temos que planejar ações que superem esses gargalos. A experiência do Senar no desenvolvimento das cadeias produtivas da piscicultura, leite, arroz e hortfrut pode ajudar. Estamos à disposição”, acrescentou.

Por sua vez, o engenheiro de pesca William da Silva Sousa, chefe da Unidade de Desenvolvimento Territorial da CODEVASF, identificou três problemas que entravam o desenvolvimento do setor de pesca e aquicultura. “A falta de organização das comunidades (predomina o individualismo em detrimento do coletivo), a falta de assistência técnica e falta de adequação da regularização ambiental.

Já José Ribamar Lopes Costa, engenheiro de pesca e coordenador do programa de Sanidade Pesqueira e Aquicultura do Maranhão da Aged, o maior problema é a falta de recursos. “Estamos em fase de conclusão do cadastramento dos apicultores do Estado do Maranhão. Estamos tolhidos de avançar devido à falta de orçamento”, salientou.

O Sebrae aponta a dificuldade de se conseguir a licença ambiental, a outorga d’água e, ainda, a falta de unidades de processamento dos produtos da pesca e aquicultura como entraves que desestimulam o desenvolvimento do setor. “No campo da piscicultura, enquanto não se resolve a questão legal, vamos focar na genética, tecnologia e acesso ao mercado”, afirmou Larissa Leite Fernandes, coordenadora de Estudos de Agronegócios e Desenvolvimento Territorial.

O piscicultor Antonio Costa, conhecido por Louro, disse que falta apoio do governo para os piscicultores. Temos um arcabouço jurídico, mas falta efetividade das ações governamentais. “O Maranhão tem que adequar as ações de políticas públicas do setor para a nossa realidade. A piscicultura maranhense é de caráter familiar. Essa realidade tem que ser considerada”, observou.

O professor da Uema, Jadson Pinheiro Santos, defendeu um processo de capacitação permanente dos produtores. “A academia pode se inserir nessa rede de atores comprometidos com o setor de Aquicultura com a pesquisa e a capacitação dos produtores”, argumentou.

Avaliação

Para Raimundo Coelho, é sempre muito bom quando um parlamentar assume a liderança de debater e propor ações nas políticas públicas que envolvem o setor produtivo. “Saio satisfeito, enriquecido e esperançoso desse importante debate. Com a execução dos encaminhamentos aprovados, tenho certeza que vamos melhorar o setor produtivo do Maranhão, principalmente a Aquicultura, na qual nosso estado tem um imenso potencial de produção. O Senar e a Faema têm muito com o que contribuir, e vamos nos inserir no processo”, avaliou.

Encaminhamentos

Ao final, foram aprovados os seguintes encaminhamentos: a) Criação de Grupo de Trabalho para elaborar um plano de ação integrada para desenvolver a aquicultura no Maranhão, focado em questões como licenciamento ambiental e outorga d’água, assistência técnica, regularização fundiária, melhorias da tributação, comercialização e banco de dados; b) Realização de um Seminário Regional de Piscicultura, em Santa Inês, ainda este ano; c) Elaboração de um Termo de Cooperação dos órgãos e entidades envolvidas na elaboração e execução do plano de ações integradas de desenvolvimento da aquicultura no Maranhão.

Gestão do Detran-Ma é reconhecida e premiada pela Polícia Militar de São Paulo

Blog do Varão

A diretora geral do Detran-Ma, Larissa Abdala, recebeu a maior condecoração do CPTran-, que é o Comando de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar do Estado de São Paulo. O trabalho exitoso da instituição que comanda o trânsito no Maranhão vem sendo reconhecido com destaque em todo Brasil.

“Terminando o dia recebendo a maior condecoração do CPTran- Comando de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Com um detalhe ainda mais honroso: única condecoração dada a um civil e a uma mulher no dia hoje. Honrada ( por mim e pelo Maranhão que represento ). Agradecida pelo reconhecimento ao trabalho que arduamente desenvolvemos e certa de estar no caminho correto. Diante de tanta impropriedade nos últimos tempos, um verdadeiro bálsamo.”, destacou Larissa.

Com investimento de R$ 30 milhões, Alliance Química vai implantar fábrica de cloro-soda no Maranhão

O ambiente favorável aos negócios implantado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), está atraindo diversos empreendimentos para o Maranhão. A empresa Alliance Química por exemplo, pretende implantar uma fábrica de cloro-soda em solo maranhense.

De acordo com o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, o investimento será de R$ 30 milhões. O anuncio foi após uma conversa com o Banco do Nordeste, para o aporte do investimento. O empreendimento será implantado o mais breve possível, após a empresa definir em qual município atuará.

“A chegada de mais um investimento só reforça, mais uma vez, que o trabalho de transparência e dialogo do governo Flávio Dino tem atraído e chamado a atenção de empresas de todo o país, interessadas em vim para nosso estado”, avalia Araújo.

Foto: Divulgação

A Alliance Química faz parte do grupo Alliance Uruguay, e já possui uma unidade implantada no Brasil, no Estado do Ceará. De acordo com a empresa, seriam fabricados cloro e soda cáustica, para atender o mercado maranhense e da região Norte do país.

A escolha do Maranhão não foi à toa. Executivos da empresa afirmaram que o Estado tem localização estratégica, próximo aos principais mercados do país e com água em abundância. A Alliance estima que em meados de 2019, a fábrica já esteja em plena operação no Maranhão.

Sobre a empresa:

A Alliance Química é pioneira ao trazer a primeira planta desenhada para atender diretamente uma estação de tratamento de água, eliminando os riscos associados ao transporte e manuseio do cloro gás. Por ser localizada dentro da ETA Gavião, reduziu significativamente o transporte de cloro gás dentro do estado do Ceará e assegurou a CAGECE um fornecimento seguro 24 horas por dia. Além dos benefícios importantes a segurança e ao meio ambiente, a Alliance Química trouxe também uma economia significativa no custo de fornecimento do cloro para a CAGECE.

Emenda de Roberto Rocha viabiliza incubadoras neonatais, aparelhos de raio X e outros equipamentos para Materno Infantil de Imperatriz

O Hospital Regional Materno Infantil (HRMI) de Imperatriz recebeu nesta terça-feira (27), 266 novos e modernos equipamentos hospitalares, além de materiais permanentes, fruto de emenda individual do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), no valor de R$ 891,9 mil. Desde junho de 2016, os recursos já estavam disponíveis no caixa do Fundo Estadual da Saúde, mas somente agora, quase dois anos depois, o governo do estado resolveu utilizar o dinheiro viabilizado pelo congressista maranhense.
Os recursos, segundo proposta apresentada ao senador, foram aplicados para compra de aparelho de raio X móvel de última geração, berços para recém-nascidos, incubadoras neonatais, monitores de multiparâmetros, camas hospitalares mecânicas de alta tecnologia, aparelho desfibrilador avançado, bisturi elétrico, mesa cirúrgica mecânica, cardiotocógrafo de ponta, entre outros que irão equipar as novas instalações da unidade de saúde.
Para o senador Roberto Rocha, o repasse da emenda para o HRMI pode representar um novo momento na saúde de Imperatriz e de municípios mais próximos. “Estamos materializando um sonho de transformar o hospital como um centro de saúde de referência e cuidado com as pessoas. Com equipamentos e aparelhos novos, a população será mais bem assistida e não precisará procurar atendimento em outras localidades mais distante”, disse.
O Hospital Regional Materno Infantil absorve pelo menos a população de 10 munícipios mais próximos de Imperatriz, sendo quatro no estado vizinho de Tocantins, totalizando uma população estimada de 335 mil pessoas na região. “A demanda cada vez maior nos traz a obrigação e a responsabilidade de aplicar emendas que visam atender melhor a saúde, evitando que seja negligenciado o direito à saúde e tratamento de doenças”, explicou o senador Roberto Rocha.

Agro se movimenta no Maranhão para ter representante na Câmara Federal

O Governo do Maranhão reduziu o ICMS do Agro maranhense(produção de grãos) de 12% para 2%. São ações positivas como essas que tiveram influência direta no crescimento do PIB. O crescimento recorde do Produto Interno Bruto de 9,7% teve influência decisiva do agronegócio.

Agro contribuiu para o aumento do PIB maranhense

Setores do Agro Maranhense – pecuaristas, pequenos, médios e grandes agricultores organizados em sindicatos de produtores rurais em todos os municípios maranhense chegaram a conclusão que o momento é excelente para avançar ainda mais nas conquistas.

Bancada maranhense sem representante no Agro

Para isso o setor do trabalha para ter um representante maranhense na Câmara dos Deputados. Apesar do Maranhão ter essa força hoje no cenário agrícola brasileiro, o estado não tem representante na poderosa Frente Parlamentar Agropecuária, em Brasília. Dos 18 parlamentares que compõe a bancada maranhense ninguém é ligado ao setor produtivo.

Deputada Teresa Cristina(DEM) do Mato Grosso do Sul é a atual presidente da FPA

Alguns nomes pode ser lembrados que têm trabalho reconhecido para ocupar essa vaga. Mas isso é assunto para uma próxima postagem…

Lançada Pedra Fundamental do Porto São Luís

 

Em uma cerimônia com a presença do governador Flávio Dino, entre outras autoridades políticas, e do segmento empresarial, foi lançada hoje (16) a Pedra Fundamental do Porto São Luís, marcando o início das obras. O presidente internacional da China Communications Construction Company (CCCC), sócia majoritária do empreendimento, Chen Zhong, destacou o novo modelo de parceria entre os dois países e afirmou que o Porto São Luís será um dos principais portos de produtos a granel do Brasil.

Além do governador e do presidente da CCCC, foram convidados para compôr a mesa de abertura do evento o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, o vice-governador do Maranhão Carlos Brandão, a cônsul da China no Recife, Li Feiyue, o presidente da CCCC para as Américas, Chang Yunbo, os representantes das empresas brasileiras sócias do Porto, Walter Torre Júnior, da WPR, e Paulo Remy, da Lyon Capital, o presidente do Conselho do grupo Herun, Yu Songbo, e o presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA), Edilson Baldez.

O presidente Chen Zhong citou os pontos relevantes do projeto, entre eles a geração de quatro mil empregos. “Vamos respeitar as leis locais e trabalhar para preservar o meio ambiente com a sociedade. Que os talentos façam parte desse projeto que é ambicioso e pode ser um grande modelo para o país”.

Com capacidade de movimentação inicial de dez milhões de toneladas ao ano, Chen Zhong ressaltou que o escoamento da produção via Porto São Luís beneficiará sete estados brasileiros, por meio da integração com a Ferrovia Carajás.

O sócio da WPR, Walter Torre, falou da motivação para a escolha da cidade para a construção do projeto, que além da potencialidade local está no desenvolvimento do estado.

“Escolhemos São Luís não apenas pelas suas características naturais e geográficas únicas com vocação natural para a atividade portuária, mas também para trazer um novo patamar de desenvolvimento para o Maranhão, pois além de geração de emprego e capacitação da mão de obra local, estão previstas várias obras de infraestrutura na região limítrofe com o projeto, como saneamento, pavimentação, legalização fundiária, construção de escolas, implantação de posto de saúde entre outros”.

O governador Flávio Dino iniciou o discurso destacou o incremento da produção e a geração de empregos.

Temos hoje três portos no Maranhão, dois privados e um público, movimentando 200 milhões de toneladas ao ano. O Porto São Luís não divide, não compete, ele soma. Haverá abertura de milhares de oportunidades de trabalho e negócios”, disse. “Todas as leis brasileiras estão sendo rigorosamente seguidas para segurança jurídica e eficiência. Temos certeza que será um grande sucesso”, completou.

Para formalizar o empreendimento, houve a assinatura do contrato de condições particulares de engenharia entre a empresa Concremat e o CEO do Porto São Luís, Lin Le. Também foi assinada a carta mandato para financiamento com a indústria comercial da China (ICBC), entre o vice-presidente da ICBC Brasil, Zhou Yun Peng, e os diretores do Porto São Luís, Paulo Remy e Walter Torre.

O embaixador Li Jinzhang disse que este é um “momento histórico entre China e Brasil”, citando a importância de um porto para o desenvolvimento econômico do Estado. “É um condutor para o crescimento regional e atrairá mais empresas para se instalarem aqui”. O presidente da Fiema, Edilson Baldez, seguiu o mesmo raciocínio do desenvolvimento econômico. “É um projeto muito importante para o Maranhão e para o Brasil”, frisou.

SOBRE O PORTO

O Porto São Luís é um terminal de uso privado, cuja primeira fase da obra está orçada em R$ 800 milhões e deve ser concluída dentro de quatro anos – com a geração estimada de quatro mil empregos diretos.

A capacidade de movimentação do novo terminal é de cerca de dez milhões de toneladas por ano – sendo sete milhões de soja e milho, 1,5 milhão de fertilizantes, 1,5 milhão de carga geral e 1,8 milhão metros cúbicos de derivados de petróleo.

A obra compreende uma área de 200 hectares onde serão construídos seis berços, sendo quatro na primeira fase de construção e dois na segunda, mais ponte de acesso, acesso rodoferroviário e pera ferroviária.

SOBRE OS INVESTIDORES

CCCC- A China Communications Construction Company (CCCC) é a maior empresa de insfraestrutura da China e a quinta maior do mundo. Entre as obras com a assinatura da empresa estão a maior ponte do mundo, que liga Macau e Zhuai, com 55 quilômetros de extensão. A CCCC está listada na Bolsa de Hong Kong.

WPR – Empresa paulista de infraestrutura do empresário Walter Torre Júnior.

 

LYON CAPITAL – A Lyon Capital, empresa paulista de private equity independente, que prospecta oportunidades de negócios, especialmente na área de infraestrutura em toda a América Latina, tendo Paulo Remy Gillet Neto, Nilton Bertuchi e Roberto Ferrari, como principais acionistas.

“Porto São Luís” – Lançamento da pedra fundamental para construção do I Complexo Portuário Privado do Maranhão

São Luís, Março de 2018 – Desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos, o novo terminal de uso privado em São Luís do Maranhão, finalmente deixa de ser um projeto para se tornar realidade com o lançamento da pedra fundamental nesta sexta-feira, 16. A primeira fase da obra está orçada em R$ 800 milhões e deve ser concluída dentro de quatro anos – com a geração estimada de quatro mil empregos diretos.

A capacidade de movimentação do novo terminal é de cerca de dez milhões de toneladas por ano – sendo sete milhões de soja e milho, 1,5 milhão de fertilizantes, 1,5 milhão de carga geral e 1, 8 mil metros cúbicos de derivados de petróleo. Batizado como Porto São Luís, a obra compreende uma área de 200 hectares onde serão construídos seis berços, sendo quatro na primeira fase de construção e dois na segunda, mais ponte de acesso, acesso rodoferroviário e pera ferroviária.

 

Uma comitiva de 65 altos executivos chineses estará em São Luís especialmente para a solenidade de lançamento da Pedra Fundamental do Porto São Luís – entre eles, Sun Ziyu, membro do conselho e vice-presidente executivo da China Communications Construction Company (CCCC), maior empresa de infraestrutura da China e uma das cinco maiores do mundo. Em setembro de 2017, a CCCC comprou 51% de participação no Porto São Luís.

Sobre os investidores

CCCC- A China Communications Construction Company (CCCC) é a maior empresa de insfraestrutura da China e a quinta maior do mundo. Entre as obras com a assinatura da empresa estão a maior ponte do mundo, que liga Macau e Zhuai, com 55 quilômetros de extensão. A CCCC está listada na Bolsa de Hong Kong

WPR- Empresa de infraestrutura do empresário Walter Torre Júnior

 

LYON CAPITAL – A Lyon Capital, empresa de private equity independente que prospecta oportunidades de negócios, especialmente na área de infraestrutura em toda a América Latina, tendo Paulo Remy Gillet Neto, Nilton Bertuchi e Roberto Ferrari, como principais acionistas.

Codevasf garante execução de projetos no Maranhão

O coordenador da bancada do Maranhão no Congresso Nacional e deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA), esteve reunido, nesta manhã (28), em Brasília (DF), com o presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Avelino Neiva. Na pauta, a execução da emenda impositiva de 2017 e a continuidade do programa de esgotamento sanitário em todo o estado.

O parlamentar relembrou que a bancada destinou R$ 90 milhões em emenda impositiva para ser executado em 2018. “O montante deverá ser investido ações voltadas ao fortalecimento da capacidade produtiva dos municípios, como a construção e recuperação de estradas, implantação e distribuição rural de energia, e aquisição de equipamentos agrícolas, em diversos municípios do Maranhão”, explicou.

Durante o encontro, o deputado federal solicitou a Avelino a implantação de sistemas de esgotamento sanitário. “O tratamento do esgoto é uma prioridade em qualquer lugar, e queremos que a população seja atendida e tenha cada vez mais qualidade de vida”, defendeu Rubens Júnior.

As ações da Codevasf na área de implantação de sistemas de esgotamento sanitário objetivam a recuperação e a conservação hidroambiental das bacias hidrográficas em sua área de atuação. A implantação dos sistemas atende populações que vivem em áreas carentes de saneamento básico, nas zonas urbanas de municípios que pertencem às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba com até 50 mil habitantes.

Além dos benefícios para a saúde pública, cada R$ 1 milhão investido em obras de esgoto sanitário gera 30 empregos diretos e 20 indiretos, como também empregos permanentes quando o sistema entra na fase de operação.

Fábio Macedo propõe audiência pública para tratar do Gás Natural no Maranhão

O vice-presidente da Assembleia Legislativa, Fábio Macedo, se reuniu na terça-feira (27), com coordenador de ações  estratégicas da Fiema, Roberto Bastos e o presidente do Sindicato das Oficinas Mecânicas, Antônio Rosa para falar sobre a produção do Gás Natural no Maranhão e seu possível uso pela população como combustível automotivo e gás de cozinha.

Na reunião ficou definida a realização de uma audiência pública para discutir  a viabilidade do projeto para que parte da produção seja disponibilizada para benefício da população.  Serão convocados os representantes dos Sindicatos de Taxistas, Ubers, Vans, Governo do Estado, Gasmar e a empresa Eneva, que controla o Complexo de Produção nos municípios de Lima Campos, Capinzal do Norte e Santo Antônio dos Lopes.

Além da participação da Fiema e da população em geral.

“Levantamos essa bandeira porque acreditamos que as riquezas produzidas aqui, tenham que beneficiar o nosso povo. Não é justo que todo Gás Natural seja utilizado somente para abastecer a Termoelétrica, cuja energia produzida não é nem utilizada pela nossa população”, disse Macedo.

O parlamentar ainda lembrou que o Gás Natural é uma opção mais barata de combustível e também é menos poluente. Além disso, o seu uso poderá representar economia para população, visto os preços altos da gasolina e gás de cozinha.

Da assessoria

Fórum Maranhense da Mulher Empreendedora será realizado em São Luís

O Instituto Cidade Solidária (ICS) e o Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial do Maranhão (ACM-MA), vão realizar no dia 07 de março o “Fórum Maranhense da Mulher Empreendedora”, que vai acontecer durante a Plenária da instituição, a partir das 19h. O fórum faz parte das atividades de comemorações ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 08 de março. Ele foi idealizado com o objetivo de fortalecer o empreendedorismo feminino no Maranhão, além de reconhecer, divulgar, incentivar e proporcionar oportunidades para as mulheres que empreendem ou desejam empreender.

 

O evento vai receber duas palestras apresentadas por personalidades importantes do empreendedorismo feminino estadual e nacional: Neurilene Cruz, empresária, indígena da etnia Kambeba, mora na Comunidade Três Unidos, localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Negro, vai falar sobre “Empreendedorismo Feminino na Floresta Amazônica e a experiência do Restaurante Sumimi”. O restaurante é localizado na área de proteção ambiental do Rio Negro e é apoiado pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS).

A empresária Kamila Paixão, coordenadora geral do Movimento Empreender Mulher (MEM-MA), vai apresentar um case do “Villa Reale Buffet- Uma Trajetória Empreendedora”.

 

A Associação Comercial do Maranhão fica localizada na Praça Benedito Leite, 264- Centro. O fórum é aberto ao público e tem patrocínio do Banco do Nordeste e LATAM Airlines Brasil, parceira da Fundação Amazonas Sustentável. A TV Cidade (Record) é apoiadora do evento.